Todo Brasil já sabe das múltiplas formas de fraudar demarcações. Mas ABA e antropólogos devem permanecer sempre submissos ao movimento indígena.

Bom dia Brasil: ‘Índios são trazidos de longe para invasões fabricadas’. Por Alexandre Garcia.

O comentarista afirma que a presidente quer programas que integrem o índio na economia, para tirá-lo de atividades ilegais.

O governo está com um pé atrás depois da Reserva Raposa Serra do Sol e das invasões de Belo Monte. Em Roraima, arrozeiros retirados de lá estão colhendo na Guiana e índios sem alimento estão na periferia da capital, Boa Vista.

Hugo Chávez não queria uma reserva na fronteira que, segundo ele, abriria portas para interesses internacionais. Em Belo Monte, o tamanho do reservatório já foi reduzido. Vão ter que ligar quatro termoelétricas em tempos de pouca chuva.

O governo sabe que índios têm sido trazidos de longe para invasões fabricadas em Belo Monte. Fora isso, a presidente foi alertada por uma vaia há mais de um mês, em Campo Grande. Desde então, a ministra Gleisi Hoffman ficou sabendo que no estado dela, o Paraná, estão importando índios do Paraguai para ocupar reservas criadas. Nos últimos cinco anos dobraram os movimentos de criação de reservas e dobrou a tensão

Na região do Araguaia, agricultores foram retirados de suas terras sem poder levar a colheita e levar máquinas agrícolas, segundo conta a cooperativa de lá. Na Bahia há problemas também.

Por ordem da presidente, é preciso conter essas tensões. Dizem que a responsabilidade é da Funai, dos antropólogos, do Cimi, de ONGs estrangeiras, mas o governo permitiu e ignorou as tensões.

Agora, a presidente quer programas que integrem o índio na economia, para que saia de atividades ilegais de garimpo, desmatamento ou invasões. A entrada da Embrapa nas avaliações pretende evitar erros, como a reserva Raposa Serra do Sol.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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Uma resposta para Todo Brasil já sabe das múltiplas formas de fraudar demarcações. Mas ABA e antropólogos devem permanecer sempre submissos ao movimento indígena.

  1. Adelvan disse:

    Tá sendo tão vantajoso ser índio, que estamos às véspera de um colapso de identidade, pois as pessoas estão sendo estimulada e incitadas a assumirem esta identidade tão rentável no cenário brasileiro que a cada manhã acordamos com mais uma novidade a insurgência de mais um grupo étnico,do jeito que estamos vendo isto acontecer, não vai sobrar nem um brasileiro que não queira ser mais um a gozar do privilégio de mudar de identidade, o nosso Brasil vai ser uma aldeia de fato, pois miscigenado do jeito que somos já temos o direito de sermos reconhecidos e beneficiados por igual. De olho nesses líderes pois tem gente se beneficiando, nessa avalanche de reconhecimentos étnicos.

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