Certos da impunidade, índios saqueiam cargas de caminhões. O vídeo é revelador.

Incidente aconteceu em Nova Laranjeiras, na região central do Paraná.Pneu do veículo furou e o motorista teve que pará-lo no acostamento. Perdeu a carga por causa disso.

Do G1 PR, em Cascavel

Índios que vivem em uma reserva indígena às margens da BR-277, em Nova Laranjeiras, na região central do Paraná, saquearam toda uma carga de adubo que estava em um caminhão com placas de Cristal do Sul, no Rio Grande do Sul. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), após um dos pneus do veículo estourar, o motorista precisou parar no acostamento da rodovia. O incidente aconteceu na tarde de segunda-feira (19).

Ainda conforme a PRF, como o caminhão ficou parado na frente da aldeia, os índios acabaram saqueando toda a carga sem que o motorista pudesse reagir. Equipes da PRF e da Polícia Civil foram até o local, mas nada puderam fazer, pois toda carga já havia sido saqueada

Um boletim de ocorrência foi registrado nesta terça-feira (20) e a polícia investiga o caso.

Os policiais rodoviários federais esclareceram que o saque não foi provocado pelos índios, como já apontou um dossiê elaborado pela PRF em 2012. Segundo o documento, os indígenas colocavam pedras e galhos na rodovia para provocar acidente. Em seguida, saqueavam e vendiam as mercadorias no comércio. O Ministério Público Federal (MPF), no entanto, avaliou que os fatos não foram comprovados.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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