Finalmente reação: População baiana se revolta contra ação criminosa de milícia Pseudo-Tupinambá.

População da Bahia se revolta contra milícia indígena Tupinambá

Veja no YouTube o que a grande Mídia submissa aos compromissos políticos do poder não mostram: Revolta baiana contra milícia armada Pseudo-tupinambá.

Na Bahia, cerca de oitenta pequenos proprietários foram invadidas por pessoas, boa parte afrodescendentes, que se dizem índios Tupinambás de Olivença. O grupo se organizou numa milícia com cerca de 300 indivíduos e já iniciou um processo sistemático de invasão e expulsão dos proprietários rurais numa área de 47 mil hectares que abrange os municípios de Una, Buerarema, Ilhéus e São José da Vitória,a Funai diz ser Terra Indígena Tubinabá.

A situação afeta 150 famílias que já foram expulsas de suas próprias casas pela milícia, segundo explica o presidente da Associação de Pequenos Agricultores de Ilhéus, Luiz Henrique Uaquim da Silva (vídeo). A área requerida pela entidade inclui vários assentamentos do Incra e pequenos imóveis de ocupação familiar.

“A situação é um absurdo, todas as propriedades são pequenas. O Governo precisa rever o processo de demarcação em uma área como esta. As famílias que foram desabrigadas não têm para onde ir. E neste momento, o presidente do assentamento Ipiranga está se dirigindo à Polícia Federal, para fazer uma denúncia que está sendo ameaçado a deixar o assentamento”, afirma Silva.

O presidente também destaca que é preciso uma medida imediata por parte do Governo, uma vez que o risco de conflito na região é iminente. Diante dessa incerteza, o governador do estado solicitou a presença da Força Nacional na região. “É preciso que a força venha à localidade reintegrar as fazendas e devolver aos pequenos agricultores o seu sustento e não defender os invasores”, afirma.

Na última semana, os produtores rurais com o apoio da população local realizaram uma manifestação pela desocupação das propriedades invadidas na região. Os agricultores também protestaram contra os laudos “fraudulentos” realizados pela Funai, conforme destaca Silva. “O que se vê é uma revolta do povo contra o descaso, e como se toca esses grandes problemas nacionais”, finaliza o presidente.

Com informações do site Notícias Agrícolas.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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