Menino travesso se diverte ao dizer que FUNAI continuará suas travessuras inconsequentes.

Menino Travesso acostumado a brincar com o poder que lhe foi concedido, se diverte com prazer em dizer que FUNAI continuará fazendo o que sempre soube fazer de pior para o país: suas travessuras, ou seja, continuará demarcando terras sem quaisquer critérios científicos, de forma supostamente técnica, mas profundamente obscura, sem qualquer participação democrática, com direito a desintrusão violenta e desastrosa, expulsando produtores e tudo isto é claro com requintes ditatoriais: “sem abaixar a cabeça para o Congresso” e nem pra ninguém. O Brasil e os demais cidadãos brasileiros é que se explodam pra lá… Travessuras inconsequentes de um órgão com poderes imperiais, acostumado à prática do terrorismo público, despreocupado com os infelizes dos quais expropria a posses e uma parte da vida, dominado por militantes engajados e irresponsáveis que abusam das vantagens de serem elite intelectual e minoria mais poderosa do país.

O Funcionário da Funai, Carlos Travesso, com o típico olhar de militante, vociferou e tom de quem sente um profundo prazer sádico, em audiência pública perante dezenas de Deputados na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (20), que a FUNAI vai sim continuar fazendo suas travessuras do jeito que sempre quis e fez: vai sim expulsar os produtores rurais da Terra Indígena Awá, no Maranhão. Mais de mil famílias, mais de sete mil pessoas (isto mesmo, 7.000) pessoas, com quatro (isso mesmo 4) assentamentos da reforma agrária que já foram cadastradas pelo Governo e podem ser expulsas a qualquer momento.

Travesso compareceu à audiência pública da Comissão da Amazônia substituindo a Presidenta interina da Fundação, Maria Augusta Assirati, a Guta, que se recusou a comparecer perante os deputados e os produtores rurais que vieram do Maranhão acompanhar a audiência.

Perguntado pelo Deputado Asdrúbal Bentes, do Pará, onde a Funai reassentará os produtores, Travesso disse que esse não é um problema da Funai. Disse ainda que a Fundação continuará com o seu papel constitucional de demarcar terras e sem abaixar a cabeça para o “Deputados e Coronéis”, que na cabeça do garoto travesso, são gente da mesma laia. E o pior, Travesso tem razão em se orgulhar de suas travessuras, porque da forma com está este é o poder e o direito institucional da FUNAI… por enquanto,  e isso ficará assim até o dia em que o restante do país acordar e ver o caos e a desordem que esta travessura inconsequente deste órgão ditatorial, obscuro e irresponsável.

Assista o vídeo e abra os seus próprios olhos. Acorda Brasil.

Fonte: Original Blog Questão Indígena.
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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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