Terras Indígenas transformam-se em rotas para o tráfico: Polícia apreende meia tonelada de maconha em área indígena

Com péssimo ou insuficiente policiamento, Terras Indígenas vão se transformado aos poucos em rotas prediletas para o tráfico internacional de drogas. Só nesta semana cerca de 500 kg de maconha foram apreendidas pelas Polícias Civil e Militar de Ipuaçu, em um veículo que estava abandonado na área indígena Pinhalzinho, em Ipuaçu, nesta segunda à tarde

A droga foi encontrada logo após a comunicação feita à Delegacia de Polícia de Ipuaçu de que um veículo havia sido encontrado abandonado na reserva indígena Pinhalzinho, e que no interior havia grande quantidade de maconha. Policiais civis e militares foram até o local e encontraram o automóvel Renault/Megane, placas MIQ-3668, de Florianópolis, abandonado, com meia tonelada de maconha distribuída em 670 tabletes. Muitos indígenas nas proximidades que informaram que o veículo estava no local desde o início do dia.

A Polícia Civil apreendeu o veículo e a droga, que foi encaminhado até a delegacia de Polícia de Abelardo Luz, onde foi periciado pelo Instituto Geral de Perícias (IGP).

Segundo o delegado João Luiz Miotto, da Delegacia de Fronteira de Abelardo Luz, a apreensão foi a maior registrada no município e representa um imenso prejuízo para o tráfico de drogas. “A Polícia Civil instaurou inquérito policial para apurar os fatos e identificar a procedência e o destino da droga, bem como o proprietário do veículo”, finaliza o delegado.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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