Felipe Milanez e sua incrível capacidade de mentir, distorcer os fatos em nome de uma causa.

Felipe Milanez não é um jornalista sério, é antes o exemplo paradigmático de um militante capaz de fazer qualquer coisa para atender aos ditames de seu compromisso ideológico com uma causa: mente, distorce e inventa quando for necessário. Este é o problema dos engajados com ideologias: fazem qualquer coisa para conduzir o leitor conforme os seus interesses e objetivos.

Nada de novo na mesma ladainha à Milaneza, só a velho e maniqueísta jornalismo engajado que mal disfarça seu compromisso político-ideológico do engajado-jornalista-Fake-Milanez que acha que seu prestígio por ter sido expulso da Editora Abril lhe concede o direito de sair por aí distorcendo os fatos para compor versões narrativas que se harmonizem com a nova dogmática teológica pós-moderna do século XXI. Num universo cada vez mais politizado, onde competência e bom senso não rendem leitores, Milanêz se destaca por sua brilhante capacidade de esconder a realidade, distorcer os fatos e inventar versões suficientemente lacrimogêneas sobre qualquer demanda vinda do movimento indígena e ambientalista, para convencer seus leitores da suposta verdade.

Milanez não é um profissional respeitável ou confiável, porque MENTE aberta e descaradamente e a baixeza de seus atos fica evidente e claro quando se lê e compara seus próprios textos. Há um tempo atrás eu disse que só quem conhece os fatos tem capacidade de saber de suas mentiras. Mas hoje, como ele MENTE e distorce tanto, ele acaba se esquecendo do que mentiu nos textos anteriores e basta ler e comparar seus próprios artigos a meu respeito para contatar suas mentiras.

Como é um ateu confesso e age e escreve seus textos para atingir diretamente o legitimo direito de diálogo entre os seres humanos que é praticado quando da exposição do evangelho. Para atingir seu alvo Milanêz cria enredos fictícios que tentam deslegitimar esta atividade protegida pelo princípio inviolável de liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e o diálogo inter-religioso.

Em todo seu texto tenta deslegitimar a atividade missionária evangélica daqueles homens e mulheres que dedicam suas vidas à uma atividade legítima, constitucional e para isso usa qualquer pretexto que tiver ao seu alcance!!

Sem prova alguma acusa-os de terem sidos financiados pelo milionário do Petróleo em suas atividades evangelísticas, e o mais grave ainda, tenta desautorizar as legítimas iniciativas dos wai-wai na legítima expressão de sua fé evangélica compartilhada por milhões de pessoas ao redor do mundo, e inclusive por ribeirinhos, de castanheiros, quilombolas e indígenas.

Ao final de seu texto ele escreve: “Os agentes missionários em Santarém passaram a ser contratados por madeireiros e sojeiros em disputa territorial contra os povos indígenas”. A gana pra tentar deslegitimar a atividade missionaria é tão grande que aqui Milanêz já não se preocupa mais com a lógica, nem com a razão nem com a verdade, só com a pura e declarada difamação, prática na qual ele é um graduado habitué.

Os fatos são conhecidos por todos os envolvido: Nenhum agente missionário, absolutamente nenhum foi contatado por madeireiros e nem por sojeiros em nenhum momento, nem em qualquer ocasião. Muito menos “em disputa territorial contra os povos indígenas”. E é fácil constatar isso por 2 motivos: 1) NÃO EXISTEM SOJEIROS NA GLEBA NOVA OLINDA (Milanez sabe disso, sabe que ninguém planta soja lá, mas essa é só uma mentidinha safadinha para apimentar seu texto) 2) Como se pode ler em outro de seu texto (http://rollingstone.uol.com.br/edicao/49/medo-e-tensao-no-oeste) eu Edward Mantoanelli Luz, fui contratado pela ACUTARM Associação de Comunitários e Trabalhadores Rurais dos Rios Aruã e Maró, ENTIDADE REPRESENTATIVA DE 11 comunidades desses dois rios, que sê vê ameaçada por uma iniciativa espúria, ilegítima e reprovável de criação da Terra Indígena Maró que irá afetar diretamente o território e a vida desses indivíduos Caboclos Mestiços e ribeirinhos da Região.

Tenho dito e reafirmo a despeito do que dizem os antropólogos contratados pela FUNAI para demarcar terras indígenas, não existem dados e evidencias socioculturais que confirmem a existência na região do baixo Tapajós, nem na calha do Arapiuns. Trata-se de um caso exemplar de manipulação da identidade étnica que vem se tornando, apesar de perverso, um fenômeno cada vez mais frequente em todo território nacional. O caso das comunidades que só recentemente passaram a se identificar como Borari é um exemplo paradigmático a revelar de uma só vez, todas as perversas inversões e corrupções deste esquema corrupto e corruptor de se obter benefícios estatais de forma indevida. Trata-se da utilização espúria de um importante preceito constitucional para impedir a atividade econômica de Manejo Florestal Sustentável na região da Gleba Nova Olinda. Quem se interessar e quiser ler mais sobre o assunto pode consultar os meus posts no meu blog: edwardluz.wordpress.com . Os links são:

https://edwardluz.wordpress.com/2013/09/12/sobre-a-manipulacao-identitaria-borari-e-arapium-e-a-fraude-da-terra-indigena-maro/

https://edwardluz.wordpress.com/2013/09/12/uma-resposta-logica-e-factual-ao-raciocinio-distorcido-e-infundado-do-ongueiro-militante-engajado-leandro-mahalem/

https://edwardluz.wordpress.com/2013/05/16/nao-fui-expulso-da-aba-pedi-pra-sair-ao-constatar-total-compromisso-e-submissao-da-aba-ao-movimento-indigena/

Felipe Milanez não é jornalista sério porque submete sua capacidade de raciocínio, seu compromisso com os fatos e com sua interpretação coerente. É antes mais um militante engajado que encontrou quem o pague para redigir textos chocantes, agressivos e lacrimogêneos… tudo ao sabor das circunstâncias e do momento. O que sua redação pretende mesmo é criar o ódio aos evangélicos e cristãos desse Brasil.

Como compromisso com o profissionalismo, com a verdade e com a atuação séria e respeitosa não é mais quesito necessário para jornalista Milanêz tem um futuro promissor.

Edward M. Luz. Antropólogo Livre. Ex-Sócio da ABA

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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Uma resposta para Felipe Milanez e sua incrível capacidade de mentir, distorcer os fatos em nome de uma causa.

  1. Akyky disse:

    Engraçado o Sr Edward Luz afirmar que não existem índios no Tapajós e Arapiuns, quando cerca de 60 comunidades na região se identificam enquanto tal. Quer dizer que ele se acha capaz de julgar se uma comunidade é indígena ou não??? Quer dizer que essas pessoas não são manipuladas por missionários, mas podem ser por ONG’s e por interesses internacionais? Tem algo que não bate no seu discurso. Lembrando que a Missão da qual seu pai é presidente nada mais é que um braço da New Tribes Mission, ou isso também é devaneio???

    E mais, se algúem quiser prova do envolvimento de missões evangélicas com a família Rockfeller basta ler o livro “Seja Feita Vossa Vontade”. Existe uma edição brasileira da editora Record.

    Sem mais, porque esse senhor acusar os outros de mentir é o fim da picada. Ex-sócio da ABA… kkk, O senhor foi EXPULSO, ou a ABA também mente???

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