Milícias armadas, saques, invasões, terror psicológico e expropriação compõem a estratégia criminosa Tupinambarana.

Reportagem exclusiva mostra a fazenda de um produtor rural invadida por supostos índios no Sul da Bahia

O vídeo foi enviado pela Associação de Pequenos Agricultores no Sul da Bahia e revela toda tristeza, destruição provocada por milícias armadas Tupinambaranas, saques, invasões, terror psicológico e expropriação compõem a estratégia criminosa destes auto-intitulados índios. Clique no Link abaixo e veja a reportagem.

A localidade conhecida como Serra do Padeiro, entre Buerarema, Una e Ilhéus, é alvo de uma das mais recentes estratégias de engenharia social promovida por antropólogos ONGueiros militantes que querem transformar cidadãos e trabalhadores rurais em índios Tupinambás. Como prova de sua completa incapacidade de conter os conflitos a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), os Tupinambaranas estão ocupando fazendas que dizem estar no interior da Terra Indígena Tupinambá de Olivença, que conforme os laudos enviesados da tribo, pertencem aos Tupinambaranas, grupo que desapareceu há 3 séculos e que por sinal nunca habitou a região. O auto-atribuído cacique Val “Tupinambá” afirmou que as invasões de mais de 41 fazendas são uma tentativa de “pressionar o governo federal a publicar a demarcação de 47,3 mil hectares de área indígena nos municípios deBuerarema, Ilhéus e Una.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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