89,5% dos médicos inscritos para atuar em áreas indígenas desistem

Do UOL, em São Paulo

11/09/201319h21

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Programa Mais Médicos: profissionais e pacientes21 fotos

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A primeira índia formada em medicina pela UFT (Universidade Federal do Tocantins), Wilses de Sousa Tapajós (centro), 44, quer participar do Programa Mais Médicos do governo federal para atuar em territórios indígenas que, segundo ela, são rejeitados. “Apesar de não concordar 100% com o programa, porque acho que teria que priorizar a estrutura [das cidades], como não vou querer um programa que vai para as áreas indígenas que todo mundo rejeita?” Leia mais Bianca Zanella/Dicom-UFT

Desde 2 de setembro até a manhã desta quarta-feira (11), 34 dos 38 médicos selecionados para trabalhar em 15 distritos indígenas desistiram de assumir o posto, o que equivale a 89,5% do total, segundo balanço preliminar feito com base nas informações prestadas pelas prefeituras ao Ministério da Saúde, apresentado nesta quarta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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