Cotas: deputado negro defende exclusão de mestiços de aparência branca.

Cotas raciais ainda geram polêmicas, desentendimentos e preconceito.

O deputado federal Edson Santos (PT-RJ) declarou, segundo o jornal O Globo de ontem (13), considerar ridículo um afrodescendente fazer referência a seus ancestrais pretos da “época do descobrimento”.

Segundo o jornal, o deputado, que  foi ministro da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) no governo Lula, declarou que,

“A autodeclaração é uma conquista do Movimento Negro. Agora, também temos que ter o senso de ridículo da história de ter que buscar um parente negro em 1500, na época do descobrimento. A aparência e a cor da pele é que devem prevalece”.

O deputado federal Edson Santos (PT-RJ) afirmou que pedirá esclarecimentos formais ao Ministério das Relações Exteriores sobre o caso do candidato de pele branca e olhos verdes aprovado por cotas raciais na primeira fase do concurso para o Instituto Rio Branco, revelado pelo GLOBO nesta semana. Ex-ministro da Igualdade Racial do governo Lula, Santos quer que o Itamaraty cobre a comprovação de que Mathias de Souza Lima Abramovic é de fato afrodescendente a partir de seu histórico familiar. Caso seja detectada a falsidade na autodeclaração, o deputado disse que cobrará da pasta o indeferimento da candidatura, já que o Itamaraty informou que manteria a aprovação.

— O Itamaraty tem que cobrar a comprovação de afrodescendência dele.

Segundo o jornal, o deputado federal Edson Santos afirmou que pedirá esclarecimentos formais ao Ministério das Relações Exteriores sobre o caso do candidato de pele branca e olhos verdes aprovado por cotas raciais na primeira fase do concurso para o Instituto Rio Branco, revelado pelo jornal O Globo nesta semana.

Edson Santos quer que o Itamaraty cobre a comprovação de que Mathias de Souza Lima Abramovic é de fato afrodescendente a partir de seu histórico familiar. Caso seja detectada a falsidade na autodeclaração, o deputado disse que cobrará da pasta o indeferimento da candidatura, já que o Itamaraty informou que manteria a aprovação.

O Itamaraty tem que cobrar a comprovação de afrodescendência dele – exige o deputado petista.

Os primeiros pretos africanos chegaram ao Brasil oficialmente em 1549.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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