Grupo de 400 índios bloqueia rodovia estadual de MS.

Segundo os policiais, eles querem conversa com a Sesai. De acordo com a Funai, na região vivem 3 mil indígenas, muitos deles em estado precário de condições existenciais, sem saúde, educação nem trabalho.

Do G1 MS, com informações da TV Morena

 Grupo de aproximadamente 400 indígenas bloqueia desde às 8 horas desta quinta-feira (26) a MS-295, entre Tacuru e Iguatemi, no Sul do estado. A informação é da Polícia Militar Rodoviária. O coordenador da Fundação Nacional do Índio (Funai), em Ponta Porã, Silvio Raimundo da Silva, disse que ainda não conseguiu contato com funcionários nem com índios da região.

De acordo com a polícia, os índios estão na pista de rolagem e não permitem a passagem de nenhum veículo. Os policiais disseram ainda que eles avisaram que só desbloqueiam a rodovia após conversa com representantes da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai).

O coordenador da Funai em Ponta Porã falou que por não ter conseguido contato com ninguém do local, não sabe qual o motivo da manifestação. Conforme ele, nas proximidades do bloqueio há duas aldeias: a Jaguaporé e a Caçoró, onde vivem aproximadamente três mil índios. Segundo a polícia, também que há congestionamento nos dois lados da MS-295.

Conforme apurado pela TV Morena, a assessoria de imprensa do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), informou que o desembargador Josué de Oliveira e mais dois servidores estão parados no bloqueio e que os manifestantes teriam retido os telefones celulares deles.

Em Campo Grande
Indígenas ocupam desde o dia 18 o Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul  (DSEI), na capital sul-mato-grossense. Eles pedem a exoneração do coordenador do órgão, Nelson Olazar.

26/09/2013 15h05 – Atualizado em 26/09/2013 15h08

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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