Sustentada e apoiada por ONGs inter/nacionais organizações indígenas lançam campanha de Mobilização Inter/Nacional Indígena.

Começou hoje pela manhã (30) a manifestação dos índios contra tudo isso que está aí e contra todas as iniciativas democráticas e populares de se tentar encontrar algum equilíbrio democrático sobre o atual caos fundiários que impera no país. A chamada Mobilização Nacional Indígena promoverá manifestações em vários locais do País e deve se estender até o dia 5 de outubro. Estão confirmados atos em pelo menos quatro capitais (Brasília, São Paulo, Belém e Rio Branco), além de cidades no interior. A Mobilização Nacional Indígena é apoiada por ONGs internacionais, como o ISA e o Greenpeace, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e o Centro de Trabalho Indigenista (CTI).

A mobilização foi convocada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) contra a reforma da legislação que regula o processo de demarcação de Terras Indígenas. O objetivo dos indigenistas é protestar contra o governo e o Congresso Nacional.

Cerca de 200 índios guarani que moram em aldeias localizadas no município de São Paulo abriram a semana da Mobilização Nacional Indígena, na manhã da última quinta (26/9). Eles fecharam Rodovia dos Bandeirantes, sentido capital, na altura do km 20, zona noroeste da cidade e ameaçaram com arcos, flechas e pedaços de pau quem tentou furar o bloqueio. A manifestação causou um gigantesco engarrafamento em São Paulo.

Veja a programação da manifestações já confirmadas dos índios:

Terça, 1/10
Às 16h – Ato Público em frente ao Congresso Nacional, Brasília (DF)

Quarta, 2/10
Às 17h – Ato Público em frente ao Masp, av. Paulista, São Paulo (SP)
Às 18h – Ato Público na Faculdade Metropolitana da Amazônia (Famaz), Av. Visconde de Souza Franco, n° 72, Bairro Reduto (Doca), Belém (PA) (saiba mais)
Durante todo o dia – Encontro dos Povos Indígenas de Roraima no abraço a Roraima e comemoração dos 25 anos de aniversário da Constituição, comunidade Sabiá, município de Pacaraima

Quinta, 03/10
Às 8h – Marcha de Resistência dos Tapeba e de outros povos indígenas do Ceará, concentração na Praça da Matriz de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza (CE)

Sexta, 4/10
Às 7h – Concentração em frente à Casa dos Povos Indígenas, antigo Espaço Kaxinawa, Av. Ceará, Centro, Rio Branco (AC)

Veja mais também no http://www.questaoindigena.org/2013/09/indios-prometem-manifestacoes-em-varios.html#sthash.vPE5xpfg.dpuf

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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