Meu professor e mestre Henyo Barretto explica porque a Constituição precisa de emenda.

Meu mestre e professor da Universidade de Brasília Henyo Barretto um dos exemplos mais paradigmáticos da antropologia militante e engajada que submete a ciência aos interesses e ditames da agenda política indigenista internacional, explica com uma clareza impar e peculiar porque a Constituição precisa urgentemente ser revista e regulamentada por nova legislação atual, pacífica, democrática e em harmonia com as novas demandas democráticas da sociedade brasileira

Em palestra proferida ontem na Universidade de Brasília o antropólogo Henyo Barreto Filho explicou, embora em outro contexto, porque a Constituição Federal de 1988 precisa ser revista. Henyo Barreto é um dos antropólogos que ajudaram a construir o paradigma antropológico vigente. Junto com outros avistas como Marcio Santilli, Carlos Frederico Marés e outros, Barreto participou das discussões que culminaram na atual legislação que trata das demarcações de Terras Indígenas e na parceria entre o Ministério Publico e a Associação Brasileira de Antropologia (ABA).

O vídeo é apenas um trecho de uma aula de 20 minutos na qual o antropólogo mostra os efeitos da legislação que trata das demarcações, ancoradas nos artigos 231 e 232 da Constituição Federal, na expropriação de Terras Indígenas.

Henyo Barreto fala nesse trecho que “os ruralistas tomaram ferro em Raposa-Serra do Sol, em Marãiwatsédé e em Pataxó Hã-Hã-Hãe. Veja abaixo outros vídeos que mostram os “ferros” e quem são os tais “ruralistas” a que Barreto se refere:
Ferro em Marãiwatsede:

Ferro em Raposa Serra do Sol:

kjkj

Ferro na Apyterwa:

Ferro em Pataxó Hã-hã-hãe:

O próprio Governo, por meio da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica, reconhece que “meteu o ferro” violando dieitos humanos de não índios na desintrusão da TI Marãiwatsédé

Henyo Barreto tem razão, os produtores rurais toaram ferro em decorrência do processo de demarcação de Terras Indígenas. É exatamente por causa desses “ferros” que o trecho da Constituição, escrito pela turma dele 1988, precisa de emenda. Foi exatamente por causa desses “ferros” que o Supremo Tribunal Federal decidiu estabelecer condicionantes às demarcações feitas sob a égide dos artigos 231 e 232 da Constituição escritos pela turma de antropólogos radicais do qual Henyo Barreto fez parte.

Henyo Barreto é um antropólogo radical. Por essa razão ele não percebe que assegurar direitos aos índios violando direitos dos não índios, “metendo o ferro”, como ele diz, não é democrático. É como defendemos aqui no QI, há uma certa antropologia que não se contenta somente em proteger os índios. Para essa antropologia a proteção dos índios só serve se vier acompanhado da viganga contra os não índios por tudo que eles fizeram aos índios no passado.

Henyo Barreto é um pobre coitado atado a uma teoria antropológica falida que começa a estestorar.

Enquanto isso, a antropologia radical que aparelha a Funai diz que não vai abaixar a cabeça nem para o Congresso Nacional e continuará “metendo o ferro” nos brasileiros não-índios:

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– See more at: http://www.questaoindigena.org/2013/10/antropologo-henyo-barreto-filho-explica.html#more

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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