UNICAMP : outro centro de doutrinamento ideológico.

Seguindo o mesmo caminho de outras instituições universitárias, UNICAMP revela-se outro centro de doutrinamento ideológico da esquerda radical!

Cerca de 150 alunos ocupam desde 20h30 dessa quinta-feira,3, a reitoria da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em protesto contra a liberação da entrada da Polícia Militar nos campi de Campinas, Piracicaba e Limeira.

Os estudantes arrombaram uma porta lateral do prédio com a ajuda de uma lixeira. Alguns vidros também foram quebrados e uma parede foi pichada com os dizeres “Fora PM”. A maioria deles usa camisa nas cabeças para evitar a identificação.

A ocupação ocorreu logo após uma assembleia realizada no Diretório Central Estudantil (DCE) em que o assunto discutido era a entrada PM no câmpus. A medida foi anunciada na sexta-feira, 27, pela reitoria, depois da morte do estudante Dênis Papa Casagrande, de 21 anos.

O aluno foi assassinado com uma facada e foi alvo de espancamento durante uma festa clandestina que acontecia dentro do câmpus, no sábado, 21. A festa organizada pela Rádio Muda – emissora clandestina que funciona dentro da Unicamp – reuniu cerca de 3 mil pessoas.

Após a morte do estudante, a reitoria da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) decidiu autorizar a entrada da Polícia Militar (PM) nos seus três câmpus – Campinas, Piracicaba e Limeira.  Só depois da morte do rapaz, esfaqueado durante uma briga em uma festa clandestina, é que a reitoria prometeu coibir festas ilegais dentro do câmpus e decidiu autorizar a entrada da PM na área:

 “A Unicamp aceitou prontamente a oferta do governador (Geraldo Alckmin) para que a polícia pudesse entrar e circular pelo câmpus. Essa atitude era até desnecessária, porque a polícia sempre teve competência constitucional para fazer”, afirmou ontem a pró-reitora de desenvolvimento universitário, Teresa Atvars.

A medida evidentemente, recebeu críticas de entidades que representam os estudante e trabalhadores da universidade. Em uma assembleia realizada dentro do prédio da reitoria, por volta das 21h30, eles decidiram que não vão sair do prédio enquanto não for revista a decisão de permitir acesso ao patrulhamento policial dentro do câmpus.

A estudante Diana Nascimento, de 23 anos, uma das coordenadoras do DCE, informou que os alunos entrarão em greve nesta sexta-feira, 4, também para pressionar a reitoria para que seja revista a decisão.

“Nossa preocupação é com as abordagens preconceituosas. E temos que lembrar que um estudante de Limeira já foi morto em 2002 pela PM após ser confundido com um ladrão por ser negro.” Ninguém da reitoria foi encontrado para comentar o caso.

Enquanto isso, na USP…

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/ao-negar-liminar-a-reitoria-da-usp-justica-de-sp-estimula-isto-aqui-o/

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,justica-marca-audiencia-de-conciliacao-entre-usp-e-alunos-que-ocupam-reitoria,1081653,0.htm

Imagens dos baderneiros ultra-violentos:
http://fotos.estadao.com.br/protesto-na-reitoria-da-usp,galeria,8234,,,,0.htm

Anúncios

Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
Esse post foi publicado em Sem categoria e marcado , , , , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s