Enquanto os ONGueiros dentro da FUNAI só querem saber de demarcar terras… índios estão sendo ROÍDOS por baratas no Mato Grosso

Caraaacas Brasil: o absurdo do descaso não tem fim…Enquanto os ONGueiros aparelhados dentro da FUNAI só querem saber de demarcar terras, MAIS terraas, terras MUITAS terrraaaaas… os índios estão sendo ROÍDOS POR BARATAS… no Mato Grosso.

Eu como antropólogo, já vi inúmeros casos de descuido para com os indígenas, mas confesso: nunca pensei que fosse ler isto, mas é a mais dura realidade do indigenismo comunista brasileiro, literalmente entregue às BARATAS..!!

Dois pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu descobriram que os índios de uma reservar no Mato Grosso estão sendo devorados por baratas. Os professores Wilson Uieda, do Departamento de Zoologia do Instituto de Biociências da Unesp, e Vidal Haddad, da Faculdade de Medicina da Unesp, tiveram o estudo publicado em um jornal internacional de dermatologia.

“Fui para as aldeias depois de um convite para estudar como os índios se defendiam dos ataques de morcegos, mas, ao chegar à reserva, vi pessoas sendo roídas por baratas. Foi quando decidi assumir mais coisas e tentar controlar a infestação. As baratas germânicas se reproduzem muito rápido. Cada ovo, por exemplo, pode conter até 32 filhotes e, em um ambiente favorável, é possível ter, em um ano, pelo menos 100 mil baratas no local”, explica Wilson.

Segundo o professor, as baratas são altamente adaptadas a viver perto e dentro de habitações humanas e em ambientes escuros. Elas comem fezes, sangue, couro e material orgânico, como a queratina das unhas humanas e da pele. Segundo o estudo, a germânica é considerada a principal praga no mundo devido à sua alta taxa de reprodução.

Na pesquisa realizada na aldeia, os autores observaram que as baratas estão presentes em todos os ambientes, incluindo habitações humanas. Eles são responsáveis por efeitos adversos, tais como fenômenos alérgicos, transmissão de infecções e penetração no canal auditivo de seres humanos. Além disso, as baratas podem provocar reações asmáticas e irritação nos brônquios.

“Lembra quando as avós falavam ‘Lave a boca que senão entra barata’? Então, é verdade.

Elas são atraídas por coisas doces e roem queratina, que está presente na pele. A lesão causada pela roída da barata é um machucado raso que, no máximo, pode apresentar um quadro de infecção leve. A questão do trabalho não era nem mostrar as mordidas e sim, apresentar observações do que a barata pode fazer na pele humana”, ressalta Vidal.

Segundo o especialista, o tratamento deve ser feito com a lavagem do ferimento com água e sabão. Em casos mais intensos, uma pomada com antibiótico pode ser receitada. Além de morder, as baratas são capazes de penetrar nos canais do nariz e das orelhas dos seres humanos. A ação da mordida pode causar feridas dolorosas e comprometer a saúde da pele.

Foto: Wilson Uieda/Divulgação

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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Uma resposta para Enquanto os ONGueiros dentro da FUNAI só querem saber de demarcar terras… índios estão sendo ROÍDOS por baratas no Mato Grosso

  1. Andreia disse:

    Moro em Rondonópolis, e em uma aldeia próxima, na Região da Galiléia os índios estão infestados de bichos de pé, algumas pessoas não conseguem mais andar de tanta infecção causada pelo parasita, crianças, adultos, velhos. Já tentamos levar remédios, falar com políticos, fazer algo que acabe com a infestação, mas tudo esbarra na Funai, na liberação…. Senhor, são vidas sofrendo!!! Mas ninguém se preocupa… são somente a massa!

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