Que maloca? Índios querem empréstimo da Caixa Econômica para construir aldeia de alvenaria!!!

A aldeia Cachoeirinha, em Miranda, terá construção de 50 casas. As moradias para 

atender famílias indígenas vão resultar da parceria entre a Caixa Econômica Federal e a Associação Indígena Puxarara.

O convênio foi assinado ontem, na agência da Caixa Econômica Federal em Miranda, pelo cacique Adilson Antônio, conhecido como Zebra, e pelas 50 famílias.

Cada unidade habitacional é dividida em dois quartos, sala, cozinha, banheiro e lavanderia. De acordo com a Caixa, a construção das unidades será iniciada na próxima semana, com previsão de conclusão para o início do próximo ano.

 “A construção destas casas é fruto de parceria entre a Caixa e a Associação Puxarara, que foi muito importante neste processo todo e que recebeu o meu apoio, o apoio do senador Delcídio [Amaral], do deputado Vander [Loubet] e do cacique Zebra, que batalhou muito por esta obra”, afirma o deputado estadual Paulo Corrêa (PR).

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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