ONG intenacional lança boicote aos produtos brasileiros por causa da Questão Indígena

A ONG internacional Oxfam deu início nesta quarta-feira a uma campanha para pressionar as empresas produtoras de alimentos a se responsabilizarem pela origem dos seus produtos deixando de comprar commodities que tenham sido produzidas em terras em litígio.

Ou seja, basta qualquer pilantra iniciar um litígio no campo para o produto sair do mercado. Campanha pode dar início a farra de invasões.

De acordo com relatório elaborado pela ONG, o comércio internacional tem incentivado compras e expropriações de terras em países como o Brasil, contribuindo para conflitos agrários e prejudicando comunidades indígenas e pequenos produtores. O documento diz ainda que muitas das terras adquiridas para a produção na última década “estão relacionadas a violações dos direitos humanos, perda dos meios de subsistência e fome para os pequenos produtores e suas famílias”.

O Brasil, maior produtor de açúcar, é citado com ilações sobre o Mato Grosso do Sul. De acordo com o relatório “há claros elos entre a expansão do agronegócio e o extraordinário nível de violência contra populações indígenas”.

A Oxfam argumenta que, ao mesmo tempo em que a área cultivada com cana-de-açúcar triplicou entre 2007 e 2012, o Mato Grosso do Sul passou a apresentar “a maior taxa de violência contra índios – 37 dos 60 deles assassinados no Brasil no ano passado foram mortos no Estado”, segundo dados fornecidos por grupos ligados à igreja católica como a Pastoral da Terra e o Conselho Indigenista Missionário.
– See more at: http://www.questaoindigena.org/2013/10/ong-intenacional-pede-boicote-produtos.html#more

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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