Tecnologia social da integração lavoura/pecuária/floresta reduz custos e aumenta a renda do produtor brasileiro.

Os produtores de Mato Grosso, que optaram pela Integração Lavoura-Pecuária, se preparam para retirar o gado e iniciar o plantio da soja. O sistema, que tem ganhado novos adeptos no estado, é usado para aumentar a renda e diminuir os custos do produtor.

De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), apenas 1,4% da área de 8,2 milhões de hectares foi semeada. No norte do estado o ritmo do plantio ainda é lento porque as chuvas não estão regulares. Os trabalhos no campo chegaram a 0,7% da área na última semana.

De acordo com a pesquisadora de Sistemas Integrados da Embrapa, Roberta Carnevalli, a área usada para as duas culturas tem uma melhoria nas condições químicas e físicas do solo. Segundo ela, a longo prazo,há um maior aproveitamento de fertilizantes. “Em termos de mercado, uma cultura segura a outra quando há redução de preços”, pontua.

No município de União do Sul, a 689 km de Cuiabá, o produtor Agenor Pelissa já começou a tirar o gado da área onde vai ser semeada a soja. Conforme ele, normalmente os animais são retirados faltando de 4 a 5 dias para iniciar com o plantio da oleaginosa.

Ele estima que 1 mil cabeças de gado estão na área de integração lavoura-pecuária, se que uma parte vai para o confinamento e o restante para os pastos definitivos. “Nós trabalhamos com integração lavoura-pecuária há quase dez anos e até hoje não paramos porque não dá mais para somente plantar grãos. Temos que diversificar a produção. Nessa fazenda produzimos, soja, milho, arroz e boi”, conta.

O produtor de Santa Carmem, Invaldo Reis, ressalta que cria gado nelore há 26 anos, mas que atualmente a lavoura é que se destaca na propriedade. “A principal atividade é a agricultura. A pecuária então é uma extensão. Para poder agregar o ganho planto o milho e uma parte da área e no que sobra faço integração lavoura pecuária”.

Ele explica que além da rentabilidade, a integração de culturas possibilita a redução dos custos, como no número de aplicações de herbicidas. Isso porque, o plantio da soja é feito na palhada do capim que fica no solo. “Na pecuária, os animais ganham peso”, acrescenta.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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