Indios ameçam matar procurador da Fazenda Buriti

Indios ameçam matar procurador da Fazenda Buriti

O dono da fazenda Buriti, em Sidrolândia, Ricardo Bacha, invadida por índios Terena, denunciou que foi proibido pelos índios, que ocupam a propriedade de verificar como estão as benfeitorias do imóvel. Bacha registrou boletim de ocorrência, informando que na manhã de hoje (3), o representante Marcelo Antonio Elihimas foi ameaçado de morte pelos índios e proibido de entrar na propriedade.

Os indígenas teriam afirmando que Marcelo correria risco de morte se tentasse verificar como estão as benfeitorias da Fazenda Buriti. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Sidrolândia.

Sede da Fazenda Buriti incendiada
pelos índios TerenaSegundo a legislação em vigência, caso a União decida que a fazenda é terra indígena, o proprietário deve ser ressarcido pelas benfeitorias na propriedade, por isso a preocupação de Bacha. Depois de invadirem o imóvel os índios já queimaram várias casas da Fazenda.

Já são mais de 20 invasões registradas no entorno da Fazenda de Ricardo Bacha.

– See more at: http://www.questaoindigena.org/2013/10/indios-amecam-matar-procurador-da.html#sthash.8AAgBEEf.dpuf

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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