Estratégia da Pressão Constante: Terenas ameaçam invadir mais 7 mil hectares. Polícia federal está no local

Terenas ameaçam invadir mais 7 mil hectares. Polícia federal está no local

Os 300 índios da etnia terena, da aldeia Moreira, que ocupam desde quarta-feira (9) uma área de 3,2 mil hectares, em Miranda, prometem invadir mais 7,2 mil hectares, caso a demarcação de terra não seja apresentada hoje (14) por uma equipe da Funai (Fundação Nacional do Índio).

Desde sexta-feira (11), duas viaturas e oito homens da Polícia Federal acompanham de perto a invasão. Na quinta-feira (10), índios e produtores rurais teriam entrado em conflito, segundo indígenas.

O grupo alega que as demarcações já tiveram início, mas não foram concluídas. A área invadida pelos indígenas abriga várias chácaras, entre elas a Esperança e a Trator Mil, com 11 hectares.

Nós já fomos enganados uma vez, quando o estudo das terras deveria vir, mas ‘pisaram’ em nós. Vamos esperar até hoje, senão vierem, vamos invadir outra área”, disse o indígena Paulino Terena.

Segundo os índios, a área de 7,2 mil hectares, que eles prometem invadir, abrange pelo menos cinco propriedades rurais e fica em frente às terras já ocupadas.

Nesta área está localizada a fazenda Jambeira, do ex-governador do Estado Pedro Pedrossian. Na semana retrasada a fazenda do filho de Pedrossian também foi invadida.

Veja mais no site: http://www.questaoindigena.org/2013/10/terenas-ameacam-invadir-mais-7-mil.html#sthash.yuFYG0sx.dpuf

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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