Conheça o Xamã Eduardo Viveiros de Castro, um dos mais respeitados antropólogos brasileiros!!

Conheça um pouco mais de Eduardo Viveiros de Castro, um dos mais “respeitados”  tsc, tsc, antropólogos brasileiros (muito embora ele não goste muito deste país).

  Eduardo Viveiros de Castro, 62 anos, o mais excêntrico dos antropólogos brasileiros, ultimamente anda cada vez mais crédulo, mais fiel e acreditando que estamos próximos do fim, pois apocalipse bate à porta. Fome, secas, epidemias, matanças, mas principalmente os porcos capitalistas  serão os responsáveis pelo fim do mundo. Sim, porcos capitalistas que vêm os outros seres como comida, os rios como água que pode beber e a humanidade como tapurus que pode comer.

Pelas visões e previsões do Xamã, daqui há 50 anos, não mais, se tudo der certo seu projeto de reetnificação coletiva do país, onde “todo mundo é índio, exceto quem não quiser ser (ele e a mulher dele que se identifica como descendentes de israelenses, salvo engano), enfim, talvez daqui a meio século nem se faça sentido falar em Brasil… Infelizmente o jornalista portuga não aprofundou seus questionamentos, mas se continuasse investigando descobriria que talvez daqui a 50 anos existisse somente… uma nova Pindorama!!! Sim Pindorama reconstruída, reinventada e finalmente reificada!

“Os índios estão aí, mas o mundo deles acabou em 1500”. Foram invadidos por nós, (porcos colonialistas)!. “Vamos acabar conosco da mesma maneira que acabamos com índios”. diz. Por isto mesmo, há que se entrincheirar e resistir. Numa guerra de guerrilha virtual onde as redes sociais seriam uma nova hipótese de insurreição dos ímpios.

  Tomado como um dos maiores pensadores brasileiros, Eduardo Viveiros de Castro é talvez o mais reconhecido e discutido antropólogo do Brasil. Acha, e diz sem o menor pudor, nem prudência ou responsabilidade que “a ditadura brasileira não acabou”, apenas evoluiu para uma “democracia consentida”, revelando assim o grau de sua esclerose caquética, de quem vive no passado e do passado.

   Impressionante como o mundo dá voltas e as coisas mudam de lugar!!

Os  cristãos evangélicos fundamentalistas que se cuidem, pois já estão perdendo seu lugar, e sendo substituídos pelo novo Apóxxxxxtolo e arauto do fim do mundo que vê nas redes sociais, onde tem milhares de fiéis seguidores e adoradores, a possibilidade de uma nova espécie de guerrilha, ou resistência contra os porcos capitalistas. Viveiros de Castro não perdoa Lula por ter sido cooptado pelo capitalismo e acha que Dilma Rousseff tem uma relação “quase patológica” com os índios.

Há contudo muitas ironias e contradições em seus textos e uma das principais posturas em que o antropólogo é aplaudido e louvado por todos os ruralistas e produtores do Brasil, é que, tal como Viveiros Castro, todos não votarão em Dilma “nem sob pelotão de fuzilamento”…. No caso dele é claro, a frase não passa de uma bravata de enrustido que nos dá uma dica de como é grave o grau da psicose de quem se acha vivendo numa grande aldeia onde todos seriam índios, exceto quem não quer ser,  esses é claro seriam os escravocratas e ditadores.

Professor do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, autor de uma obra influente no lado de fora dos muros da antropologia, Viveiros de Castro é o criador do perspectivismo ameríndio, teoria segundo a qual a humanidade simplesmente é um ponto de vista. Humano é sempre quem vê.  Neste caso, um urubu se vê como humano e vê a carniça como comida, enquanto a carniça se vê como humana e vê o urubu como um grande sacana que irá sacanear com ela. Logo… humano é sempre quem olha.

Se você não entendeu nada, não se preocupe. Tal como muitas outras afirmações do antropólogo, esta é apenas mais uma que não faz mesmo o menor sentido, ou pelo menos, não vale a pena se esforçar para entender. Não obstante a inutilidade evidente sua lógica obtusa, as teorias de Viveiros de Castro são cultuadas e talvez seja por isto que que o mundo caminha perto do fim. No fundo, talvez Viveiros de Castro esteja certo.

O antropólogo concedeu recentemente duas longas entrevistas ao Portal IHU e à Revista Piauí.

No inebriante perfil traçado pela Revista Piauí, Viveiros de Castro descreve seu longo período de experiências com várias drogas alucinógenas. “Tinha muita droga. Muita maconha, muito ácido. Foi um momento importante por houve uma interpenetração cultural entre o morro e a baixada, por causa do pessoal que vendia pó, vendia fumo. Experimentei uma ou duas vezes LSD. Não gostei, fiquei paranoico. Maconha eu usei muito, mas mais porque era cosia da época. O efeito em si… Me dava sono. Fui quase viciado em cocaína. Parei porque achei que não ia aguentar fisicamente. É uma droga fascista, mas eu gostava. Eu usava.” E foi assim, entre um tapa e outro, o antropólogo sedimentou sua teoria sobre urubus e carniças.

Já no texto publicado no IHU, Viveiros de Castro, afirma que a partir do governo militar a população branca invadiu o Brasil. “Hoje o Brasil foi branqueado. Essa cultura country aí é uma mistura de cultura europeia com cultura americana, de grande carrão, 4×4, pick ups, rodeios, chapéus americanos, botas. Existe um projeto de transformar o Brasil num país culturalmente do hemisfério norte, seja Estados Unidos, seja essa Europa mais reacionária. Porque estamos falando de colonos alemães que vieram do campesinato reacionário, bávaro, pomerano, e dos camponeses italianos, que eram entusiastas do nazismo e do fascismo na II Guerra. Continuam sendo. O que tem de grupo de extrema-direita no sul do Brasil é muito. O foco da direita fascista, nazista é o Paraná e o Rio Grande do Sul. Então o Brasil é um país dividido entre um sul branco e o resto não branco, português, negro no litoral, índio no interior.

Para o antropólogo do fim do mundo, o agronegócio “é na verdade o modelo gaúcho, desenvolvido no pampa, nos campos do Rio Grande. Plantação extensa de monocultura, de soja, de arroz, de cana. Então o Brasil está perdendo a oportunidade de se constituir como um novo modelo de civilização propriamente tropical, com uma nova relação entre as raças, que fosse efetivamente multinacional. Um país que se constituiu em cima do genocídio indígena, da escravidão, da monocultura. Que continua fazendo o que fez desde que foi criado, exportando produtos agrícolas. Que continua a alimentar os países industrializados. Primeiro a Europa, depois os Estados Unidos, agora a China. Continua sendo o celeiro do capitalismo”, lamenta Viveiros de Castro.

“Estamos numa situação planetária em que a catástrofe já se iniciou. O mundo está entrando, num sentido físico, termodinâmico, num outro regime ambiental que vai produzir catástrofes humanas jamais vistas, no meu entender: fome, epidemias, secas, mudança de regime hidrológico, tudo. Nessas circunstâncias, é possível que cheguemos a um momento em que noções como Brasil, Estados Unidos, países, comecem a perder a sua nitidez. Pode ser que daqui a 50 anos a palavra Brasil não tenha mais nenhum sentido”, profetiza o antropólogo.

Para quem quiser investir mais de seu tempo para ver se entende algo do complexo mundo de Viveiros de Castro leia AQUI a íntegra da entrevista do grande néscio ao Portal IHU e AQUI a publicada na Revista Piauí!

– Aproveite e Veja mais no ://www.questaoindigena.org/2014/03/perfil-conheca-eduardo-viveiros-de.html#more

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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