Entidades representativas divulgam notas sobre o assassinato de agricultores gaúchos por índios kaingang

FPA e CNA divulgam notas sobre o assassinato dos agricultores gaúchos por índios kaingang

Momento solene e tenso: enterro de dois irmãos agricultores assassinados por indígenas Kaingang.

A Frente Parlamentar da Agropecuária e a Confederação Nacional da Agricultura divulgaram no final da tarde de hoje (29) notas oficiais nas quais manifestam pesar pelas mortes em conflitos entre índios e não índios no Rio Grande do Sul. As duas instituições cobram a atuação firme do Governo no sentido de interromper a escalada de violência indígena no campo.

Mais veementes, os parlamentares da FPA atribuem a violência à omissão omissão e leniência do Governo, notadamente do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Funai. “Estamos estudando que instrumento jurídico aplicar, seja no âmbito do Poder Legislativo ou do Poder Judiciário, para responsabilizar criminalmente o ministro Cardoso por essa tragédia”, informa por meio da nota o deputado Luiz Carlos Heinze (PP-RS), presidente da FPA.

Já a nota da CNA assinada por sua presidente, Senadora Katia Abreu, afirma que “se converteu em luto a apreensão do setor rural, diante das recentes ameaças de entidades indigenistas, que deram ultimato à Justiça para libertar um “cacique” suspeito de assassinato”.

A CNA lembra que começamos 2014 assistindo ao desespero e à revolta dos moradores de Humaitá, no sul do Amazonas, com o sequestro seguido do assassinato de três trabalhadores, crime que levou cinco indígenas à prisão. Mais recentemente, testemunhamos o homicídio de Juracy dos Santos Santana, que vivia em área de conflito com os índios liderados pelo Cacique Babau no sul da Bahia. E agora vemos mais dois agricultores, dois irmãos, assassinados no Rio Grande do Sul.

Quantas mortes mais teremos de assistir?, pergunta Katia Abreu em nome dos produtores rurais.

– Veja mais notícias e informações no site: http://www.questaoindigena.org/2014/04/fpa-e-cna-divulgam-notas-sobre-o.html#sthash.XpTWPORB.dpuf

Anúncios

Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
Esse post foi publicado em Agricultura brasileira, Aparato Indigenista/ambientalista, Conflito Fundiário, Denúncia Fraude Processo Demarcatório e marcado , , , , . Guardar link permanente.

Uma resposta para Entidades representativas divulgam notas sobre o assassinato de agricultores gaúchos por índios kaingang

  1. Jabesmar disse:

    O PT está conseguido atingir sua meta de desestabilizar o Brasil com lutas de classes.
    Alguém tem que dar um basta nisso!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s