Carta Aberta aos Juízes Federais do colegiado do Tribunal Regional Federal da 1ª Região(TRF1).

Brasília, 16 de maio de 2014.

Às V. Exas. Juízes Federais do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

SOLICITAÇÃO DE DEPOIMENTO

   Cumprimentando-os cordialmente, eu Edward Mantoanelli Luz, cidadão brasileiro, antropólogo social, sendo graduado e mestre em antropologia e doutorando em ciências sociais pela Universidade de Brasília, profissional aprovado em edital de concurso nacional promovido pela FUNAI em 2006 para a realização dos estudos de identificação e delimitação das terras indígenas do Baixo Rio Negro, instado pela minha consciência de cidadão, de estudioso, e pesquisador deste caso específico, me vejo no dever de informar que possuo informações precisas, corretas e coletadas durante mais de cinco meses de pesquisa de campo em 2007, que considero ser da mais elevada importância para o vosso mais acertado julgamento e deliberação sobre a ação do Ministério Público Federal protocolado na 1ª Vara Federal no Amazonas, sob o número 2662-81.2014.4.01.3200, que reivindica a continuidade dos procedimentos demarcatórios das alegadas e supostas terras indígenas do Médio e Baixo Rio Negro.

    Considerando que em nada pretendo prejudicar vossos trabalhos de análise, mas tão somente contribuir com vosso julgamento mais apurado e balizado , venho por meio desta, solicitar que este egrégio tribunal, me conceda o direito de poder servir a minha ciência tão surrada e manipulada, a antropologia nacional, meus concidadãos amazônidas e a minha nação brasileira, concedendo-me a oportunidade de apresentar os resultados dos trabalhos de investigação antropológica que realizei em campo em 2007, e assim testemunhar em juízo, durante 45 a 60 minutos perante vossas Excelências Juízes Federais do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

   Certo de vossa acertada decisão a esta solicitação, reitero votos de elevada estima e distinta consideração.

    Sinceramente, Edward M. Luz, Antropólogo Social.

OBS 1: Como não sou advogado, não tenho as prerrogativas de provocar a justiça para intervir nesta ação já em andamento e pedir que me concedam esta oportunidade. Como já estou me oferecendo para depor num caso ao qual não estou obrigado a contribuir, senão pela consciência de cidadão, me sentiria injustiçado se tivesse que pagar por algum advogado para que ele me assegurasse o depoimento neste caso. Por isto mesmo, lanço este pedido, informando que saberei demonstrar a minha mais profunda gratidão. se algum advogado que ler estas linhas, de preferência amazônico, se dispor a intervir  a meu favor neste caso, e transformar esta minha solicitação de depoimento (nem sei se é este o termo correto), num pedido formal e regimental de depoimento aos Juízes do TRF 1.

OBS 2: Solicito aos administradores dos Blogs indígenas, indigenistas ou antropológicos, e sites e jornais do estado do Amazonas, que, por favor, ajudem para que minha carta-solicitação endereçada a estes Juízes Federais do colegiado do Tribunal Regional Federal da 1ª região, recebam-na, convoquem-me e tomem ciência da existência de outra forma responsável de se realizar antropologia no Brasil, e da existência de outra linha de pensamento e de interpretação dos fatos sociais concernentes aos fenômenos indicados e interpretados como etnogênese.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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