Campo Grande vai ganhar sua quinta aldeia urbana

Campo Grande terá sua quinta aldeia indígena urbana na capital

A Prefeitura de Campo Grande encaminhará estudos para implantação da quinta aldeia indígena urbana na cidade.

A Prefeitura de Campo Grande encaminhará estudos para implantação da quinta aldeia indígena urbana na cidade. A informação foi prestada nesta sexta-feira (6) pelo prefeito Gilmar Olarte, durante o ato em que ele deu posse aos 17 membros do Conselho Municipal dos Direitos e Defesa dos Povos Indígenas, no auditório do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Planurb).

Esta é uma das prioridades do conselho, a implantação da quinta aldeia municipal, na região do Imbirussu, ainda nesta gestão. O prefeito Gilmar Olarte se mostrou solícito à criação da aldeia. “Queremos caminhar em conjunto com os povos indígenas, eles fazem parte de nossa sociedade. Com o conselho é que teremos a visão clara de suas necessidades. Nos próximos dias, vamos realizar estudos e fazer encaminhamentos para a implantação da quinta aldeia indígena, no Indubrasil, que é um desejo antigo de vocês, e também queremos fazer a escola bilíngue para as aldeias, nas línguas terena e guarani”, enumerou.

Atualmente, existem quatro aldeias urbanas em Campo Grande: Água Bonita e Tarsila do Amaral, na região do Segredo, Darcy Ribeiro, na região do Prosa e Marçal de Souza, na região do Anhanduizinho. A população de indígenas na Capital é estimada em 10 mil pelas lideranças das etnias.

O presidente do conselho, Eduardo Barbosa, enfatizou que as decisões sobre as políticas públicas municipais para os indígenas devem ser tomadas em conjunto entre o Executivo e o conselho. “Vamos caminhar com o senhor e queremos desenvolver todos os nossos setores”. Já o conselheiro Élcio elogiou a postura do prefeito de estar presente na posse. Usando uma expressão futebolística, o indígena disse que “hoje, o senhor marcou um gol de placa”, referiu-se à postura de Gilmar Olarte.

Dos 17 membros que compõem do conselho, 16 são lideranças de etnias e um conselheiro é ligado ao governo, além do presidente e vice-presidente. Todos os membros permanecerão no cargo durante dois anos. O conselho tem como finalidade promover políticas de apoio à comunidade indígena, divulgando a cultura de suas etnias para a população em geral e apresentar os problemas, ações e necessidades dos povos indígenas ao Executivo Municipal.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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