Milícia auto-declarada Pataxó volta a aterrorizar sul da Bahia atentando contra vida de produtores

Milícia auto-declarada indígena Pataxó, volta a aterrorizar o sul da Bahia atentando contra vida de produtores, e ameaçando de morte àqueles que ousarem desafiar ordens dos novos mandachuvas locais.

Grupo auto-declarado Pataxó iniciaram esta semana uma grande iniciativa de expansão do poderio geopolítico das ONGs, por meio do uso ilegítimo da violência, da invasão e da expulsão de agricultores inseridos pela FUNAI na proposta de expansão da Terra Indígena Barra Velha no sul da Bahia. É de conhecimento local que o produtor rural João Dalorto sofreu um atentado quando passava por uma estrada vicinal em Moutinho, distrito de Itamarajú, tendo o seu carro sido alvejado por vários disparos de diferentes arma de fogo.

A tensão que sempre foi grande na região vem aumentando drasticamente nos últimos dias. Na última terça-feira os autoidentificado indígenas Pataxó, organizados em milícias, iniciaram ofensivas ordenadas de invasão dos imóveis rurais incluídos pela Funai na Terra Indígena Barra Velha. As ações envolvem as propriedades próximas à BR 101. Lançando mão de importante estratégia de guerrilha, a milícia declarada Pataxó está expandindo seu poder e tomando conta de todas as vicinais de acesso à área delimitada para controlar o acesso e ingresso dos produtores rurais às suas propriedades.

Na tarde da última quarta feira (11), cerca de quarenta produtores da região se reuniram na Fazenda Lembrança em solidariedade ao proprietário ameaçado de invasão pelos índios. Os produtores permaneceram em vigília no imóvel até a noite. Ao deixarem a propriedade em comboio, um veículo semelhante ao do proprietária da Fazenda, foi alvo dos disparos.

A milícia pretensamente indígena Pataxó deixou bem claro quem é o novo poder político da região e mandou avisar por meio de um funcionário da Fazenda Lembrança que o proprietário do imóvel está e ficará proibido de passar pela vicinal, tolhendo-lhe o direito de ir e vir em território nacional.

Os produtores rurais procuraram a delegacia da polícia civil de Itamarajú, mas o delegado incompetente e desinformado, se recusou a fazer o registro da ocorrência. Em sua interpretação tosca, ocorrências que envolvem índios são de competência da Polícia Federal, então um atentado promovido por indígenas só poderia ser denunciado à PF.

Diante da evidente incapacidade, incompetência, omissão e recusa das autoridades policiais em tomar o mínimo de providências necessárias, os produtores rurais estão se organizando para defender suas propriedades com as próprias mãos.

Ontem, a milícia indígena tentou invadir a Fazenda Já Nasceu, às margens da BR 101, mas foi repelida pelo proprietário que reagiu à ação dos invasores. Um grupo de seis homens está entrincheirado na senda da propriedade desde o início da semana sob constante ameaça da milícia indígena.

A região é um barril de pólvora que pode explodir a qualquer momento.

– Veja mais informaçãos : http://www.questaoindigena.org/2014/06/urgente-milicia-indigena-atira-em.html#sthash.hWqQq9SG.dpuf

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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