Esta invasão já tem dono: Indígenas invasores agora querem expulsar invasores das terras que invadiram

Justiça quer que Ocupação Amarildo deixe área indígena em SC em 15 dias

À que ponto chegamos: Incomodados com a invasão de pretensos “sem-terras” indígenas Guarani-Mbya, eles mesmos invasores das terras do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, e de outras propriedades ao redor, recorreram Justiça para que Ocupação Amarildo deixe área indígena em SC em 15 dias!!!

Posso até imaginar como seria o grito de guerra pelos seus direitos: “Ei, esta invasão ilegal já tem invasor!!!” ou ainda “Procurem outra propriedade para invadir!!!”

É claro que, no atual estado de submissão do judiciário brasileiro à ideologia do politicamente correto, às ONGs indigenistas e seus aparatos governamentais,  ninguém se lembrou deste pequeno detalhe: a invasão indígena também é uma ilegal à procura de legitimação. Ninguém  relembrou este detalhe, nem procurou investigar à fundo a real situação de legalidade da invasão indígena do Morro dos Cavalos na região do PEST. Mas, para dar uma aparência de segurança e legitimidade, um juiz considerou o período  de 15 dias necessário à retirada pacífica dos ocupantes.

É claro que o que mais interessava ao movimento indígena na região era chegar à concluir nesta na audiência, com o consenso forçado de que o “espaço ocupado pertence aos índios”. Mais uma vitória do movimento indígena que tem por base a total a ignorância da sociedade brasileira de seus direitos e das artimanhas das ONGs inter/nacionais por trás do movimento indigenista internacional.

A Justiça Federal em Santa Catarina determinou nesta segunda-feira (16) que os integrantes da Ocupação Amarildo têm 15 dias para deixar a área onde estão no Maciambú, em Palhoça, na Grande Florianópolis. A decisão é do juiz Marcelo Krás Borges, da 6ª Vara Federal de Florianópolis.

Durante a audiência, houve um consenso de que o espaço ocupado pelos manifestantes “pertence aos índios”. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) se comprometeu a conseguir outra área para os ocupantes. Há algumas alternativas, mas o órgão não vai divulgar ainda por conta das negociações.

Audiência da Justiça Federal ocorreu na tarde desta segunda (16)

foto A Fundação Nacional do Índio (Funai) não aceitou a concessão de novo prazo. O juiz considerou o período de duas semanas necessário à retirada pacífica dos ocupantes. O Governo do Estado se responsabilizou por fazer o transporte dos integrantes da ocupação para a nova área. Entenda o caso

Os integrantes da Ocupação Amarildo acamparam em um terreno na SC-401 em 16 de dezembro de 2013. Eles montaram barracas e casebres de madeira. Em fevereiro deste ano, uma decisão da Justiça Agrária determinou a saída do grupo até 15 de abril do terreno às margens da SC-401. As famílias foram destinadas a uma área do Maciambú (Foto: Edivaldo Dondossola/RBS TV)

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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