Milícia Pataxó desrespeitando a lei e a justiça quer ampliar área indígena na base da violência.

Milícia Pataxó querem a ampliação de reserva de 9 mil hectares para 52 mil hectares na região de Barra Velha (BA). Produtores sofrem com ataques dos indígenas, que fazem barragens, cobram pedágios e atacam agricultores que passam pela região.

Na região de Eunápolis (BA), índios da etnia Pataxó, na intenção de ampliarem seus territórios, invadem fazendas, intimidam produtores e criam barreiras nas estradas de acesso de diversas propriedades rurais. É o que conta Leandro Mosello, advogado do Sindicato Rural de Itabela, em entrevista para o Mercado & Cia., do Canal Rural.

Duas principais fazendas de produção de cacau, a Lembrança 1 e a Lembrança 2, geradoras de 130 empregos diretos, além de mais 9 propriedades de igual empregabilidade, se encontram ameaçadas pelas invasões.

Os produtores não conseguem mais trafegar sozinhos. No entanto, mesmo em comboio, o carro de um produtor rural foi alvejado. A situação já perdura há mais de três semanas.

A tentativa dos indígenas é de uma ampliação de terra que está suspensa por oito decisões do Supremo Tribunal de Justiça. Os Pataxós, que possuem hoje uma terra de 9 mil hectares, pretendem aumentar sua região para 52 mil hectares.

De acordo com Mosello, não resta outra opção a não ser confiar que o estado irá exercer um papel de controle. “Tudo o que podemos fazer, estamos fazendo”.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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