MPF/PA quer pressa na legitimação das iniciativas fraudulentas fruto da engenharia social questionável.

Preocupado com o enfraquecimento do movimento etnogênico na calha do Tapajós e Arapiuns, MPF/PA quer pressa na legitimação das iniciativas fraudulentas fruto da engenharia social altamente questionável e questionada pela maioria da população regional.

Ao invés de de condenar as fraudes, MPF pede pressa para legalizar armação étnica.

Pretensa Terra Indígena Maró, é fruto de ação fraudulenta do movimento etnicizante regional que irá impactar milhares de pessoas. Ao invés de condenar, MPF pede pressa para legalizar armação étnica.

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal que faça julgamento antecipado da ação que move contra a Funai para assegurar a demarcação imediata da Terra Indígena Maró, dos índios Borari-Arapiuns, em Santarém, oeste do Pará. De acordo com o MPF, há grande pressão para que não seja feita a demarcação e notícias na mídia local acusando os Borari-Arapium de serem “índios falsos”. Diante da suspeição sobre a existência dos tais índios Borari, o MPF quer pressa na demarcação.

De acordo com o pedido do MPF, “quanto à identificação dos grupos como indígenas, vigora no ordenamento jurídico brasileiro o princípio do autorreconhecimento, cabendo à própria comunidade reconhecer-se como pertencente a um grupo com características sociais, culturais e econômicas próprias. É isso que predispõe o art. 3º da Lei nº 6.001/73 (Estatuto do Índio), bem como os artigos 1º e 2º da Convenção nº 169 da OIT, promulgada por meio do Decreto nº 5.051, de 19 de abril de 2004”, disse o MPF à Justiça.

Existe a suspeita de que antropólgos e padres ligados ao movimento indigenista tenham induzidos caboclos ribeirinhos a se dizerem índios, inclusive ensinando aspectos de culturas indígenas aos caboclos, com o objetivo de embasar a demarcação da Terra Indígena Maró. De acordo com o antropólogo Edward Luz, que trabalhou na região, não existem dados e evidencias socioculturais que confirmem a existência na região do baixo Tapajós, nem na calha do Arapiuns, de nenhuma sociedade ou mesmo comunidade indígena Borarí ou Arapiuns ou qualquer outra que tenha recentemente se identificada como indígena.

Ainda de acordo com o antropólogo, indigenistas ressuscitaram a etnia Borari através de um processo que ele chama de “catequese etnogênica”. Das 14 comunidades existentes no local, apenas uma aceitou a catequese, se reconheceu como indígena e passou a pressionar os demais a entrar no jogo ou deixar a área. Ainda de acordo com o antropólogo, esta demarcação que o MPF pretende que seja feita com pressa foi financiada por uma ONG norte-americana, que teria pago US$ 2 milhões para uma congênere brasileira realizar o serviço.

Há ainda conflitos entre a área demarcada pela Funai como Terra Indígena e um assentamento do Incra na região.

– Veja mais no site : http://www.questaoindigena.org/2014/06/ministerio-publico-quer-pressa-na.html#sthash.LY2Q63TG.dpuf

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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