Indígenas paraguaios cruzam a fronteira e tentam invadir área da FUNCESP em Ponta Porã.

Índios paraguaios cruzam a fronteira brasileira de Ponta Porã com Pedro Juan Caballero e invadem área doada a Fundação Municipal de Cultura e Esporte.

Aproximadamente uns 10 indígenas invadiram na tarde de sexta feira (28) a área doada a Fundação Municipal de Cultura e esporte, situada na antiga estação ferroviária de Ponta Porã, a área pertence a união e parte de la já se encontra invadida por supostos sem tetos que construíram varias casas de alvenaria e alguma de madeiras no local, já na tarde de sexta feira os indígenas que vieram da vizinha cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, chegaram no local e imediatamente iniciaram a construção de barracos de lona, a Policia Militar foi chamada ao local a fim de dar segurança aos funcionários municipais que se encontravam na fundação assim como vários estudantes.

Horas após a invasão agentes, da Guarda Civil Municipal compareceram no local onde após manter dialogo com os invasores, estes foram convidados a abandonar a ideia de permanecer no local e decidiram sair do lugar de forma pacifica.

Segundo os invasores uma pessoa que os mesmos identificaram como “patrão” os teria incentivado a cruzar a fronteira brasileira e invadir o local, os indígenas não soberam explicar quem seria o tal “patrão” que estaria desde o território paraguaio incentivando a invasão do território brasileiro.

A onda de invasões que esta sendo orquestrado por pessoas ligadas a movimentos com interesses pessoais, preocupa as autoridades municipais e estaduais, que já manifestaram que realizaram uma reunião com o Governo brasileiro a fim de que este tome cartas no assunto e se sensibilize com a situação critica que se encontra o estado do Mato Grosso do Sul.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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