Investida indígena traz terror e destruição para a localidade de Antônio João sul do MS

Invasão indígena traz terror, destruição para a localidade de Antônio João, e ameaça de desestabilização das negociações no estado do MS.

INTERIOR

Via Fábio Marchi 4

Aproximadamente 200 pessoas estão em vigília no Sindicato Rural de Antônio João (MS). A situação, segundo os moradores da região, é caótica: cinco fazendas foram invadidas (até o momento), animais foram abatidos e equipamentos foram destruídos – com prejuízos na ordem de milhões de reais.

No distrito de Campestre, pessoas brancas foram tiradas da cidade – pois índios ameaçam botar fogo na cidade de Antônio João. Existe relatos que os indígenas estão adquirindo combustível e por esse temor, os produtores rurais estão fechando a entrada da cidade – pois existem rumores que haverá um ataque programado pelos indígenas ainda esta noite.

Antônio João, é distante 402 quilômetros de Campo Grande – e a expectativa do Governo do Estado é  que consiga mobilizar forças de segurança para solução do conflito.  Produtores rurais e representantes do Governo do Estado estão reunidos neste momento, para discutir o assunto.

Segundo o secretário de Governo do Estado e ex-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Eduardo Riedel, na próxima segunda-feira (31) haverá reunião entre representantes da Polícia Federal, Exército e forças de segurança estaduais – porém os moradores da região temem que não haverá tempo para isso – os ataques são cada vez mais constantes e intensos.

“Vamos organizar essa resposta para a região de fronteira com o Paraguai”, disse Riedel ressaltando a atuação em conjunto para solução do problema.

Segundo o secretário de Segurança do Estado, Silvio Maluf, há denúncias, praticamente comprovadas, de que índios paraguaios participaram das invasão e continuam nas propriedades. Os moradores locais afirmam que o CIMI ( Conselho Indígena Missionário ) está recrutando índios do Paraguai e da Bolívia, para realizar as invasões.

Imagens envidas por WhatsApp.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
Esse post foi publicado em Aparato Indigenista/ambientalista, Estratégias de Reetnicização do Brasil, Evento Indígena/indigenista, Guaranis, Invasão de Índios Paraguaios e marcado , , , , , . Guardar link permanente.

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