Governo de Roraima leva índios Yanomami de volta à suas terras Indígenas

Índios Yanomami abandonam terra indígena e fogem do modo de vida primitivo impostos pela atual agenda indigenista, mas a FUNAI os manda de volta e Governo de Roraima coloca polícia para transportar índios Yanomami para as comunidades

Batalhão da PM em Mucajaí e funcionários da Funai acompanharam ação da Secretaria Estadual do ÍndioA SEI (Secretaria Estadual do Índio), com o apoio da PMRR (Polícia Militar de Roraima) e a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), realizou nesta quarta-feira (6) a escolta e o traslado de 12 famílias indígenas da etnia Yanomami da sede do município de Mucajaí até a região do Ajarani, no perímetro da Terra Indígena Yanomami.

Cerca de 40 indígenas que estavam na sede do município desde o dia 30 de dezembro foram transportados em um ônibus disponibilizados pela SEI até os limites do território.

O responsável pelo 3º Pelotão de Mucajaí, 1º tenente PM Silvio de Araújo, relatou que o traslado ocorreu de forma tranquila, sem nenhum incidente. Ele e outros sete policiais militares acompanharam a ação, que começou às 9 horas e foi finalizada por volta das 15 horas.

Garantimos que fosse atendido o pedido da Funai. As famílias, assim como seus pertences, como redes e bicicletas foram embarcados e transportados no ônibus até o limite das terras indígenas”, disse.

O titular da SEI, secretário Ozélio Izidório, também esteve presente no traslado e reiterou a tranquilidade da ação, que contou com a presença de três servidores da Funai. “Ocorreu tudo bem. Estes indígenas vão periodicamente até a sede para retirar algum benefício social, buscar algum documento, fazer compras e vender artesanato. Mas a maioria muitas vezes não tem como voltar até as comunidades”, explicou.

Um grupo menor de dez indígenas, também da etnia Yanomami, serão transportados ainda nesta quinta-feira, dia 7, da localidade de Campos Novos, em Mucajaí, até a região do Catrimani, cujo acesso é feito no município de Caracaraí.

Izidório disse que a SEI busca neste momento articular ações conjuntas com outros órgãos em benefício dos indígenas da região. “Hoje mesmo vamos ter uma conversa com a nova coordenação da Sesai [Secretaria Especial de Saúde Indígena] e a Funai para tratar da logística destas pessoas. Também vamos falar com a Prefeitura de Mucajaí para fazer um trabalho mais amplo que possa atender às comunidades locais de forma mais permanente”, adiantou.

Fontes: Boa Vista Agora. 07/01/2016 http://www.boavistaagora.com.br/governo-transporta-indios-yanomami-para-as-comunidades/

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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