Metade da Terra Indígena Araribóia ardeu em chamas por dois meses.

Uma área equivalente a 260 mil campos de futebol foi destruída. Ambientalistas ligados ao Greenpeace afirmaram que a ação foi criminosa.

Queimadas em terras indígenas no Maranhão

Queimadas em terras indígenas no Maranhão

Além do grave incêndio ocorrido na região da Chapada Diamantina (Bahia), entre outubro e dezembro do ano passado, outra catástrofe ambiental foi registrada em 2015 no estado do Maranhão (também no Nordeste do Brasil), quando uma queimada devastou mais da metade da Arariboia, uma terra indígena localizada no sul do estado, por cerca de dois meses.

O incêndio avassalador no Maranhão contribuiu, juntamente com o grande incêndio na Bahia, para o aumento do número de queimadas ocorridas no Brasil no ano passado, dado registrado pelo INPE, e divulgado para a imprensa na última terça-feira, dia 05 de janeiro.

De acordo com informações da Folha, a região destruída pelas chamas em Arariboia equivale a aproximadamente 260 mil campos oficiais de futebol. Ambientalistas vinculados ao Greenpeace (ONG de preservação ambiental e atuante em todo o planeta) acusam madeireiros locais de terem realizado a queimada de maneira criminosa, como forma de retaliar os índios habitantes do lugar, que é alvo de bastante especulação.

 

http://br.blastingnews.com/brasil/2016/01/metade-da-terra-indigena-arariboia-ardeu-em-chamas-por-dois-meses-00723101.html

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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