Desesperada por apoio das massas, Dilma manobra e desapropria terras para comprar apoio do MST em Brasília.

Desesperada por apoio popular Dilma corre para desapropriar terras para reforma agrária, para de alguma forma comprar apoio político do “exército do Marechal Stédille”, o  MST no Planalto.

Brasília - A presidenta Dilma Rousseff anuncia um pacote de medidas para fortalecer o desenvolvimento rural no país (Elza Fiuza/Agência Brasil)O evento é mais um dos espasmos involuntários, onde o governo novamente abre seu esfinter traseiro para obrar alguma coisa que algum marketeiro de última hora (os marleteiros originais estão presos) batizou de “estratégia do governo de pautar uma ‘agenda positiva” numa tentativa midiática de contrabalancear a turbulência enfrentada por Dilma com o pedido de impeachment em trâmite na Câmara. Vale a pena lembrar que este já é o terceiro dia consecutivo em que Dilma promove cinematográficos eventos em auto-defesa no palácio. Aliás, Dilma não faz mais nada que não seja se auto-defender ou se auto-promover e propagandear seu governo.

Ao todo, a presidente Dilma assinou 25 decretos na cerimônia desta sexta – sendo 21 deles referentes à desapropriação de terras para a reforma agrária nos estados de Goiás, Pernambuco, Maranhão, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Pará, Ceará, Bahia, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Paraíba e Paraná.

Outros quatro decretos foram assinados para a regularização de quatro comunidades quilombolas nos estados de Sergipe, Pará, Rio Grande do Norte e Maranhão (nas quais estão presentes 799 famílias).No evento, o governo também lançou o edital do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir), por meio do qual serão disponibilizados R$ 4 milhões para projetos de promoção da igualdade racial no país.

Blá…. Bál…lab (tentando reproduzir a incapacidade mental e vocal da Presidanta)

Após assinar os decretos, a presidente fez um discurso no qual, inicialmente, defendeu ações do governo na promoção da reforma agrária e da igualdade racial, como a política de cotas nas universidades públicas.Na parte final da fala, Dilma fez uma defesa da democracia no país, que, segundo ela, está ameaçada. Ao contrário do que fez em outros discursos na semana, a presideanta, um pouco mais antenada com a estratégia de marketing, não mencionou diretamente o processo de impeachment, que é para não pegar mal… já que numa fala ao vivo, um dia desses ela chegou a propagandear e alardear o “meu impeachment”, ao que foi mentalmente aplaudida pelos seus asseclas!!!

Mais treinadinha desta vez, a Presidenta recalcitrou com a pouca massa cinzenta que lhe resta: “Temos que entender que democracia tem forma e conteúdo. Hoje, o Brasil tem os dois aspectos da democracia ameaçados. O aspecto formal, aquele que as leis garantem, que as leis regulam, é como se fossem as regras do jogo. As regras do jogo não podem ser rompidas, porque se se rompem, comprometem o jogo, torna o jogo suspeito, torna a relação entre as pessoas problematizada”, afirmou a presidente.

Dilma ainda afirmou que é preciso oferecer resistência ao que chamou de “tendências anti-democráticas” e ressaltou que é contrária à violência e à perseguição de autoridades.”Nós hoje precisamos nos manter vigilantes e oferecer resistência a tendências antidemocráticas. Oferecer resistência também a provocações. Nós não defendemos qualquer processo de perseguição de qualquer autoridade que pensa assim ou assado”, completou Dilma.

Apoio a Dilma

É claro que depois de ganhar milhares de hectares desapropriados daquele Brasil que produz, as entidades de trabalhadores do campo manifestaram apoio à presidente, logo após a presidanta Dilma Rousseff assinar nesta sexta-feira (1º), em evento no Palácio do Planalto, os tais decretos que desapropriam terras para a reforma agrária e regularização de quilombos.

A cerimônia de assinatura dos decretos contou com mais de uma carrada representantes de movimentos de trabalhadores do campo na plateia devidamente comprada, alimentada (mortadela e coca-cola) paga (400 R$) e levada (em ônibus e caminhões) com verbas governamentais.

Líderes das entidades discursaram em favor do governo da presidente e contra o impeachment.Antes, Dilma recebeu representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), a Confederação Nacional das Comunidades Quilombolas (Conaq) e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).

Fonte: G1 – Dilma desapropria terras para reforma agrária em ato com o MST no Planalto – notícias em Política

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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