Canadian Attawapiskat First Nation suicide emergency

An indigenous community in northern Canada has declared a state of emergency after 11 people attempted to take their own lives in one day.

The Attawapiskat First Nation in Ontario saw 28 suicide attempts in March and more than 100 since last September, Canadian media said, with one person reported to have died.

Canada’s 1.4 million indigenous people have high levels of poverty and their life expectancy is also below the Canadian average.

Bruce Shisheesh, the chief of the Attawapiskat First Nation community, said 11 people attempted to take their own lives on Saturday, prompting him to declare a state of emergency.

He tweeted that the regional Weeneebayko Health Authority was flying in a crisis team, mental health nurses and social workers, and that he was waiting for Ontario’s minister of health to deliver more emergency workers to the area.

The First Nations government was sending a crisis response unit to the community following the declaration on Saturday, Canadian media said.

Attawapiskat Chief Theresa SpenceImage copyrightGetty Images
Image captionAttawapiskat Chief Theresa Spence held a hunger strike in 2013 over living standards
Protests in OttawaImage copyrightGetty Images
Image captionThe plight of indigenous people has sparked protests in Ottawa

Attawapiskat First Nation

  • isolated First Nation tribe in Kenora District, northern Ontario, Canada
  • population around 2,000 on the reserve
  • former chief Theresa Spence had a hunger strike in 2013 to protest over the Canadian government not providing enough money, education and health care for the tribe
  • had a state of emergency in 2011, the third in three years, due to low temperatures and insufficient housing
  • in 2013 accused Stephen Harper’s Conservative government of being right-wing and racist

The Health Canada federal agency said in a statement it had sent two mental health counsellors as part of that unit.

Charlie Angus, the local MP, said: “This is a systemic crisis affecting the communities.”

“There’s just not been a serious response from any level of government until now,” he said.

“We’ll continue to work to improve living conditions for all Indigenous peoples,” Prime Minister Trudeau said.

Another Canadian aboriginal community in the western province of Manitoba appealed for federal aid last month, citing six suicides in two months and 140 suicide attempts in two weeks.

Suicide and self-inflicted injuries are among the top causes of death for First Nations, Métis and Inuit people, according to studies from Health Canada.

National Chief of the Assembly of First Nations Perry Bellegarde called for a national strategy to combat indigenous suicide last month.

Prime Minister Justin Trudeau called the news “heartbreaking”.

“Immediate support to communities is essential & a #FirstNations driven national strategy on mental health,” he tweeted on Monday.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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