Canadian indigenous community at Attawapiskat attempted suicides

Attawapiskat First Nation call for national strategy to combat staggering rates of attempted suicide in community.

The community also witnessed 26 suicide attempts in March and 86 since Septembe [Screengrab/After the last river] –

11 Apr 2016 21:02 GMT |

Toronto, Canada – A remote Indigenous community in Canada has declared a state of emergency after 11 residents attempted to take their own lives in a single day over the weekend.

Local leaders in Attawapiskat First Nation, in northern Ontario, said on Monday that 11 people attempted to take their own lives on Saturday alone.

We recognise that there are serious and long standing issues of mental health and addiction in some First Nations communities

Maryse Durette

“Attawapiskat has been waiting since (October),” Attawapiskat Chief Bruce Shisheesh tweeted on Monday.

Shisheesh said a health crisis team, including mental health nurses and social workers, were being flown into
Attawapiskat, an isolated community of about 2,000 residents on the banks of James Bay.

The community also witnessed 26 suicide attempts in March and 86 since September, resulting in at least one death, according to spokesperson for Canada’s health minister.

Perry Bellegarde, National Chief of the Assembly of First Nations, the organisation representing First Nations peoples across Canada, called for a national strategy to address the high suicide rates countrywide.

He also requested more government investments to support First Nations communities.

“The situation in Attawapiskat is sadly felt by far too many First Nations across the country,” Bellegarde said in a statement on Monday. “We need a sustained commitment to address long-standing issues that lead to hopelessness among our peoples, particularly the youth.”

Canadian Prime Minister Justin Trudeau said the news out of Attawapiskat was “heartbreaking”.

Health Canada sent two mental health counsellors to Attawapiskat alongside a local crisis response unit, spokesperson Maryse Durette told Al Jazeera on Monday morning.

“We recognise that there are serious and long standing issues of mental health and addiction in some First Nations communities,” Durette said in an email.

Health Canada has spent $340,860 on mental health and wellness programs and $9,750 on the National Aboriginal Youth Suicide Prevention Strategy in Attawapiskat, Durette said.

Since 2009, about 600 children and youth in First Nations communities west of James Bay have thought
about or tried to commit suicide, according to testimonies compiled by the local Mushkegowuk Council.

New Democratic Party critic for indigenous affairs and parliamentary member Charlie Angus called the situation a “national catastrophe”.

“If it was declared in any other community, it would have an immediate response,” Angus told The Canadian Press. “I’ve lost count of the states of emergency in the James Bay region since I was elected.”

‘Volcano ready to erupt’

Last month, another First Nations community declared a state of emergency over a recent spike in suicides and suicide attempts.

Six people committed suicide in Pimicikamak Cree Nation (Cross Lake) in northern Manitoba in a three-month span, and 140 others attempted suicide in two weeks alone.

“It was like a volcano ready to erupt, and we don’t know how to deal with that lava flowing down,” Cross Lake band councilor Donnie McKay told Al Jazeera last month.

Suicide and self-inflicted injuries are the leading causes of death among First Nations youths and adults under the age of 44, according to Canada’s Centre for Suicide Prevention.

Experts say the high suicide rates are related to longstanding issues affecting First Nations, including widespread poverty, high unemployment rates, trauma from Canada’s residential school system, and systemic racism, among others.

Source: Al Jazeera

Jillian Kestler-D’Amours | Poverty & Development, Human Rights, Canada, US & Canada

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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