Estuprada ou integrante de orgia? O que dizem os fatos até agora?

Novas revelações acerca do comportamento e das preferências sexuais da jovem que teria sido vítima de um estupro coletivo, levantam questionamentos acerca da versão predominante, e trazem à tona o imperativo da necessidade da investigação rigorosa e imparcial dos fatos.

menina estuprada 30

Novas revelações acerca do caso da moça que teria sido vítima de um estupro coletivo no Rio de Janeiro, promoveram uma verdadeira reviravolta na leitura dos fatos acontecidos. Ao que tudo indica amigos, vizinhos e membros da comunidade começaram  a revelar determinados detalhes acerca do comportamento  das opções “ousadas” da garota. 

A análise mais ponderada da narrativa da menina até então descrita como “vítima inocente, menina estuprada” parece estar sofrendo um certo revés e ameaça desabar com novas informações e dados quem não param de vir à tona dando margem para uma interpretação possível de que a menina não teria sido vítima de estupro coletivo. Em meio a toda esta gritaria imposta pela mídia, pelas feministas e por parcela significativa da sociedade pelo menos, os delegados e investigadores esforçam-se para manter o compromisso com a imparcialidade no julgamento do caso, como é o esperado das autoridades. Mas a histeria das feministas é tamanha que quase não se pode ouvir o que os fatos e a realidade tem à falar.

Como sempre, as feministas em coro, promovem novamente toda a já conhecida prática do velho e batido terrorismo psicológico, generalizando indiscriminadamente e taxando toda metade da humanidade como estupradores. A estratégia é sempre a mesma: gritar mais alto em busca de mais poder e espaço no estado para assim poder captar mais recursos para a causa e seu movimento.

Ao agir desta forma, as feministas apenas repetem a velha estratégia desta nova esquerda, que encontrou a fórmula para desestabilizar a unidade nacional: inserir mais uma cunha na sociedade, para criar um novo nichos e divisões artificiais para separar e enfraquecer o Brasil, que neste caso homens x mulheres (a tradicional guerra entre classes esquerdista).

É bem verdade que justiceiros sociais brasileiros sem noção a lógica e fatos criam varias justificativas para defender a menina desde invasão de privacidade (isto cai por terra pois a própria menina postou fotos no Facebook no modo publico, enviou fotos no What’s up para outras pessoas além dos áudios divulgados para esclarecer o caso). Outros imbecis dizem que isso é normal e merece ser respeitado. Normal e respeito por isso?

Mas o que revelam os fatos e provas até agora?

-A garota gostava de andar com membros perigosos de uma facção criminosa. Ela tem fotos com fuzis de assalto fazendo apologia aos traficantes. A menina frequentava bailes funk desde muito nova segundo a própria família que perdeu o controle sobre a menina. Ela também parece ter um histórico de uso de drogas.

– Começam a surgir mensagens de textos de amigas e conhecidos confirmam que a menina gostava de promover e participar de atos similares (orgias) com frequência com o mesmo grupo de rapazes e já era bem conhecida na comunidade.

– Há áudios correndo na internet informando que traficantes conheciam a menina de outras orgias.

Esta história  dela saber quantos caras a estupraram é muito estranha. Achamos que numa situação dessas seria muito difícil a mulher ficar contando quantos caras estão subindo em cima dela, pois não se daria ao trabalho de ficar … 1, 2, 3, 4… 29, 30! Nó máximo diria que foram muitos! E se ela estava dopada como sabe quantos homens foram?

-Novas fontes afirmam que a menina vive chamando o maior número de caras possível para participar de bacanais (ela queria fazer sexo com 50) e que esta prática (absurda) parece ser rotineira.

-Delegados e policiais afirmam que nos bailes funk (comandados pelo trafico, regados a drogas tendo sempre o sexo selvagem, primitivo e que humilha as mulheres como fundo) existe uma linha entre estupros e orgias que é praticamente impossível de ser investigada.

Levando em conta que nas favelas onde o tráfico comanda, o crime de estupro é punido com a execução do estuprador, seria algo estranho que estupradores estuprassem uma menina, filmassem e colocassem em redes sociais.

-Depois do acontecimento a menina voltou ao lugar do acontecimento para pegar o celular (que lá havia esquecido)e   postou mensagens dizendo que esteve muito ocupada (maliciosamente). Que vitima de estupro faz isso?

-Não é novidade que, infelizmente, outra coisa acontece nas comunidades dominadas pelo tráfico no Rio. Meninas novas atrás de autoafirmação, vitimas do relativismo moral de uma sociedade e adolescentes rebeldes correndo atrás de bandido em troca de drogas e o glamour do crime.

O mínimo que se pode dizer até agora é que existem muitas falhas na versão da menina, fora os fatos das mensagens retiradas do Facebook dela e WhatsApp.

No mundo atual e em especial aqui no Brasil o politicamente correto e relativismo moral estão acabando com a lógica e senso comum. Impressionante como boa parta da sociedade permanece calada ou mesmo amedrontada de perguntar por puro medo de falar o óbvio e ser imediatamente censurado e acusado de machismo pelas feministas e justiceiros sociais.

Conforme uma análise promovida pelo site Mulheres contra o Feminismo, esta menina além de suposta vítima de estupro, é certamente uma vitima sim da ideologia feminista e ideologias a ele submissas. O feminismo prega que a mulher deve ser o que ela quiser. Acha que prostituta e piriguete é sinônimo de mulher livre. Acha funk libertador para a mulher (feministas acham que o funk empodera a mulher e é feminista). Doutrina crianças nas escolas, dizendo que ser recatada é coisa retrógrada. Acham que drogas devem ser liberadas e orgias ou transar com 100 por ano são coisas de mulher empoderada. Que ser contra o sistema e regras básicas de conduta e segurança é coisa de mulher moderna.

Com a emergência de novos fatos, e com uma provável mudança na interpretação dos fatos que indicam da sentença de “vítima do estupro” para uma integrante de um sexo coletivo consensual, é muito provável que as feministas que antes queriam prender estuprador agora  passem a defender a liberdade sexual da garota e o direito dela de transar com quantos homens ela quiser, elas chamarão isso de “empoderamento” e acusarão de machistas misóginos todos aqueles que ousarem criticar a atitude dessa garota.

Como rrlembra o site Mulheres contra o Feminismo “assim é o feminismo: volátil, sem lógica, sem fundamento e vitimista. Existe inclusive feminista que defende o próprio estuprador pois este faz parte de um grupo que ela ideologicamente defende. Doença total. ”

Percebe-se também a desonestidade das feministas na forma como se posicionam com relação aos estupradores. Quando um parlamentares propõem leis para punir estupradores ou conservadores e liberais pregam o porte de armas para o povo que quer se defender em um Brasil cada vez mais violento, as esquerdistas e feministas se omitem e chamam estas pessoas de “machistas violentos”. Quando atores, funkeiros e todo um grupo que tem o apoio da esquerda ataca uma mulher, as feministas se calam pois a indignação delas é seletiva. Feministas parecem querer usar as mulheres como como massa de manobra para suas agendas de ultimo momento.

A mentalidade feminista e esquerdista cria esse tipo de garota, que vai testando limites pois pensa ser imortal até que a vida cobra a conta e ela não tem psicológico pra aguentar a consequência. A culpa do estupro nunca é da vitima, porém, mais provas mostram que parece que não foi estupro e sim uma situação de sexo consentido aonde uma adolescente sem noção se envolveu com pessoas do mal e hoje paga as consequências de suas ações. Vamos ver o que vai acontecer com este caso.

Leia mais no site: https://mulherescontraofeminismo.wordpress.com/

Fonte das fotos: Mídia Latina

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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