A competição pela qualidade genética explicaria e justificaria a existência dos machos nas espécies

A diversidade genética gerada pela reprodução sexual explicaria por que a existência de machos vale a pena para as espécies.

Por décadas, cientistas se viram em torno de uma questão que também já passou pela cabeça de muitas mulheres: para que, afinal, servem os homens? Somente agora, graças a um estudo publicado na revista científica “Nature”, foi encontrada uma justificativa satisfatória para a existência do sexo masculino.

Até então, a comunidade científica não conseguia entender como espécimes machos teriam sobrevivido se a única contribuição deles para a reprodução era o esperma. Dentro dessa linha de pensamento, faria muito mais sentido, em termos evolucionários, se uma população de fêmeas fosse responsável por gerar filhas de forma autônoma, de forma semelhante ao que acontece com a espécie de lagartos cnemidophorus uniparens. Também chamados de “lagartas lésbicas”, os répteis dessa espécie que habita os desertos dos Estados Unidos são constituídos apenas de fêmeas capazes de produzir ovos sem fecundação, somente com a carga genética da mãe. Embora independente, a reprodução ocorre de forma mais eficiente quando há uma parceira para estimular a ovulação por meio de carícias.

Porém, a nova pesquisa mostra que a competição sexual por parceiros ajuda a deixar a população mais saudável, livre de doenças e geneticamente diversa. A existência dos machos, portanto, não seria um mero capricho da natureza.

“Quase todas as espécies multicelulares da Terra reproduzem por meio do sexo, mas a existência dele não é fácil de se explicar porque o sexo acarreta várias desvantagens. A mais evidente delas é que apenas metade dos seus filhos (as filhas) podem de fato gerar novos filhos. Porém, nossa pesquisa mostra que a competição entre machos pela reprodução oferece um benefício muito importante, já que melhora a saúde genética das populações”, explicou ao “Telegraph” o diretor da pesquisa, Matt Gage, da Universidade de East Anglia School de Ciências Biológicas.

Para provar a importância da reprodução sexual, o grupo liderado por Gage avaliou o comportamento de uma colônia de besouros ao longo de 10 anos, dentro de condições controladas no laboratório. Depois de sete anos (o equivalente à passagem de 50 gerações), os pesquisadores concluíram que machos que competiram por fêmeas eram muito mais resistentes a doenças e infertilidade do que o outro grupo, que não teve que competir para reproduzir. No caso desses últimos, a extinção aconteceu após a passagem de 10 gerações.
Saiba mais em : http://ela.oglobo.globo.com/vida/cientistas-finalmente-descobrem-por-que-homens-existem-16193597#ixzz3agqacukH

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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