Controlada por militantes UNESCO aprova resolução que nega elo judaico com Monte do Templo.

Dominada por militantes e simpatizantes da causa palestina UNESCO aprova resolução que nega elo milenar do povo judeu com Monte do Templo. Epiteto maior da provocação, a entidade identifica os locais sagrados apenas pelo nome árabe atendendo a agenda da entidade contra Israel.

O texto, proposto por Argélia, Egito, Líbano, Marrocos, Omã, Catar e Sudão, foi examinado pelos 58 membros do Conselho Executivo da organização para a educação, ciência e cultura da ONU, em sua sede em Paris. A primeira votação, na quinta-feira passada, teve 24 votos a favor e seis contra (28 abstenções) e provocou indignação em Israel: seu governo anunciou imediatamente a suspensão de sua cooperação com a Unesco, em sinal de protesto.

Como era de se esperar, vindo de um monte de Estados membros do Conselho igualmente submetidos à ditadura do politicamente correto, reunidos em assembleia plenária, pediram a reabertura do debate e o texto foi confirmado sem a necessidade de uma nova votação, explicou um porta-voz da Unesco. O México, único país com alguma autonomia intelectual, tinha a intenção inicial de pedir uma nova votação, mas acabou recuando de sua decisão por pressão dos países ocidentais. O incompetente, pau-mandado e incapaz do diplomata representante do Brasil que discursou ao final da sessão e indicou que apesar do seu voto favorável a essa resolução, não deve apoiar votações como essa no futuro… Oi? Depois dessa? Um energúmeno inútil desse calibre, incapaz de constatar o óbvio, que serventia teria no futuro? Jã não basta errar uma vez, ainda iriam querer repetir o erro desse calibre e gravidade em decisões reproduzir votações “iguais a essa no futuro” ?

Face a tamanha voracidade revisionista é questionável se existirá amanhã ou futuro possível, diante do deserto histórico resultante de nossos iluminados da UNESCO.

 

Comentários de Edward M. Luz. Antropólogo.

 

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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