Funcionário da Funai e indígenas são presos com armas

Imagem relacionadaFuncionário da Funai e quatro indígenas foram presos pela Polícia Civil  (Imagem ilustrativa)

Um funcionário da Funai e quatro indígenas foram presos pela Polícia Civil, na terça-feira (9), na cidade de Ibicuí, no sul da Bahia, com três armas, localizadas dentro de um carro. Outro homem foi preso pela polícia com mais quatro armas, em uma fazenda na região. Eles pagaram fiança e foram liberados nesta quarta-feira (10).

O delegado plantonista de Ibicuí, Márcio Alan, disse que a polícia abordou o veículo durante outra operação em que a polícia investiga a atuação de um grupo de milícia. No carro foram achadas dois revólveres e uma pistola. Em seguida, os indígenas levaram a polícia para a fazenda onde foi encontrado outro homem, com mais armas e 150 munições.

Em seguida, os indígenas levaram a polícia para a fazenda onde foi encontrado outro homem, com mais armas e 150 munições.

“Eles foram autuados por porte ilegal de arma de fogo e estão aguardando liberação após pagamento de fiança. Estamos investigando ainda. Eles [indígenas] alegam que receberam essa fazenda em doação de um indivíduo e que foram enganados por esse homem. Eles teriam sido enganados por ele, junto com a venda de cabeças de gado”, diz o delegado.

 “Eles foram autuados por porte ilegal de arma de fogo e estão aguardando liberação após pagamento de fiança. Estamos investigando ainda. Eles [indígenas] alegam que receberam essa fazenda em doação de um indivíduo e que foram enganados por esse homem. Eles teriam sido enganados por ele, junto com a venda de cabeças de gado”, diz o delegado.

Os indígenas disseram à polícia que as armas são do funcionário da Funai. Já o funcionário informou à polícia que as armas são dos indígenas.

O delegado diz ainda que o funcionário da Funai é lotado em Itabuna e seria empregado desde 1982. Em nota, a fundação diz que “acompanha a situação e só se manifestará após a conclusão do levantamento das informações que está sendo realizado pelos servidores”. A Procuradoria Federal em Vitória da Conquista está atuando no caso.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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