Últimas notícias e vídeo do depoimento de 5 horas.

As gravatas de Lula e Moro no dia do depoimento em CuritibaMoro e Lula: inverteram as cores da gravata?

Audiência na sede da Justiça Federal de Curitiba durou cinco horas; ex-presidente foi interrogado pela primeira vez como réu em processo da Lava Jato.

O ex-presidente Lula da Silva (PT) presta depoimento nas dependências da 13ª Vara Federal em Curitiba. Ele chegou em comitiva e caminhou  entre seus apoiadores até a entrada do prédio.

Lula é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de ter se beneficiado com propinas da construtora OAS desviadas de três contratos da empreiteira com a Petrobras. O dinheiro, cerca de cinco milhões de reais, teria sido destinado à aquisição e reforma de um apartamento tríplex no Guarujá e aos custos de armazenamento do acervo presidencial do petista.

 

Últimas notícias do depoimento vivo de Lula:

19:29 – Ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff chegam a praça Santos Andrade, no centro de Curitiba.

19:28 – Policiais militares que faziam a segurança no entorno do prédio da Justiça Federal deixam o local.

19:19 – Lula sai da sede da Justiça Federal. Batedores da PM acompanham comitiva.

19:11 – Termina o depoimento do ex-presidente Lula ao juiz Moro. O depoimento durou cinco horas.

18:56 – O ex-presidente Lula faz suas considerações finais.

18:49 – Três batedores da Polícia Militar estavam diante do prédio da Justiça Federal.

18:45 – Na tarde desta quarta, o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, disse que não há motivo para prisão Lula. Alegando que o processo em que o petista é réu ainda não está concluído, o ministro afirmou que é preciso “parar com essa mania de inverter a ordem natural do processo crime”.

18:34 – Por volta das 18:20 parte dos policiais da rotam deixaram a praça Pedro Alexandre Brotto, em frente ao prédio da Justiça Federal. Policiamento foi reduzido – cerca de 150 policias permanecem diante do prédio. O blindado da Tropa de Choque e o caminhão de monitoramento da PM continuam no local.

18:10 – Depoimento do ex-presidente Lula ao juiz Sergio Moro completou quatro horas. Representando o Ministério Público Federal, fazem perguntas os procuradores da República Carlos Fernando dos Santos Lima, Júlio Noronha e Roberson Pozzobom.

Vídeo com parte do interrogatório:

https://www.facebook.com/204223673035117/videos/593598227430991

 

Veja mais em:

http://veja.abril.com.br/politica/depoimento-de-lula-a-moro-acompanhe-ao-vivo-de-curitiba/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification
http://exame.abril.com.br/geral/os-videos-do-nto-dedepoime-lula-a-sergio-moro-na-integra/
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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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