Estado de emergência após chegada de venezuelanos em Manaus

Resultado de imagem para Índios Waraos em manausÍndios Waraos: “Viemos para Manaus para comer”

Cerca de 450 índios da etnia Warao chegaram nas últimas semanas a Manaus, fugindo da crise na Venezuela e das condições ruins em Boa Vista (RR), levando a prefeitura a decretar estado de emergência.

 

Naturais do nordeste da Venezuela (a cerca de 1.800 quilômetros de Manaus), os waraos começaram a chegar em dezembro e sobrevivem sobretudo de doações, da ajuda estatal, do artesanato que vendem pelas ruas e de alguns trabalhos ocasionais.

 

Parte dos waraos está acampada ao lado da rodoviária, em barracas doadas e lonas. Outros grupos se alojaram em prédios precários no centro. O grupo é composto por adultos, idosos e crianças.

Por causa das condições deletérias de higiene e saúde, os waraos enfrentam um grande surto de catapora, que já matou uma criança de cinco meses que estava na rodoviária, além de tuberculose e pneumonia.

Segundo o gerente da Secretaria Estadual de Justiça, o decreto de emergência foi discutido em um grupo que inclui a prefeitura, o governo estadual, o Ministério Público Federal e a Pastoral do Migrante, da Igreja Católica. O objetivo declarado da medida é acelerar a ajuda aos waraos.

Segundo uma equipe de reportagem, os índios demonstraram certo medo de conversar com equipe, temendo talvez algum tipo de desaprovação por estarem usufruindo de um cidade/país que não o seu de origem.

“Viemos para cá porque não temos o que comer na Venezuela.Viemos para Manaus para comer. Também conseguimos remédios para as crianças” – disse a representante de uma das famílias venezuelanas.

 Nos locais onde se concentram, chama a atenção quantidade de crianças -são 180, segundo a Secretaria Estadual de Justiça. Muitas passam o dia pedindo esmola nas ruas.

Os membros de alguns movimentos também conversaram com os indígenas para buscar outras maneiras de ajudá-los, por meio até da ONU.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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