CRISE NA VENEZUELA: Brasil vai montar ‘campo de refugiados’ em Roraima

Resultado de imagem para governo Michel Temer decidiu criar, na fronteira com a Venezuela, uma estrutura para acolher os imigrantesA PF diz que são 16 mil; o governo de Roraima, 30 mil.

O governo vai montar um campo de refugiados para receber venezuelanos que estão ingressando no Brasil por causa da crise política e econômica no país vizinho. Será a primeira vez que o Brasil terá uma estrutura dessa natureza para acolher refugiados.

Os índios da etnia Warao, fugindo da crise na Venezuela, começaram a chegar a Manaus em dezembro e acamparam ao lado da rodoviária e em prédios precários no centro; centenas deles incluindo adultos, idosos e crianças, vivendo em estado deletério de higiene e saúde, o que levou a prefeitura a decretar estado de emergência. Os refugiados declararam ter vindo para o Brasil por não terem o que comer na Venezuela.

Técnicos da Casa Civil e dos Ministérios da Justiça, da Saúde e do Desenvolvimento Social e Agrário, além da Funai, desembarcam em Roraima para fechar o apoio humanitário. O centro de acolhimento provisório será montado em Pacaraima (RR). Em Boa Vista, já foram colocadas 75 barracas com capacidade para acomodar 12 pessoas cada.

Atualmente, o número de venezuelanos refugiados no Brasil é bem maior e deve aumentar consideravelmente. A Polícia Federal diz que são 16 mil; o governo de Roraima, 30 mil.

Estima-se que 2,5 milhões pessoas vão deixar a Venezuela por causa da crise.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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