MST faz protesto em todo o Brasil. Instrumento de pressão às lideranças do país.

fazenda-michel-temer.jpgMovimento Sem Terra e mais uma de suas ações ardilosas.

 

STF decide se decreto que estabelece neoquilombos é legal:

Está na pauta do dia 16 de agosto do Supremo Tribunal Federal (STF) a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3239/04 contra o Decreto  4.887, de 20/11/2003, do ex-presidente Lula (PT), “que regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos de que trata o art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias”, segundo o site do STF. O decreto faz parte da política anti-mestiça de fragmentação nacional.

Os quilombos originais foram refúgios de escravos, abrigando também índios e brancos fugitivos. Após a abolição da escravatura, em 1888, deixaram de ser formados, mas grupos multiculturalistas e de esquerda, como o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), com o objetivo de tribalizar os afrodescendentes e atender objetivos partidários, conseguiram durante os governos Lula e Dilma ampliar o conceito de quilombos e o número dos “reconhecimentos”, de modo que, embora houvesse raras comunidades de remanescentes de quilombos, passaram a ser titulados centenas de neoquilombos.

A ADI foi apresentada em 2004 pelo então Partido da Frente Liberal (PFL), atual Democratas, e a votação está empatada, com um voto favorável à ADI, do relator, o ex-ministro Cezar Peluso, e um voto pela constitucionalidade da ministra Rosa Weber, declarados em 2015, quando o ministro Dias Toffoli interrompeu o julgamento e pediu mais tempo para analisar as informações do processo.

Atualmente, existem 1.600 processos de titulação de terras quilombolas em curso no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que podem ficar sem amparo jurídico, caso o decreto deixe de existir.

 http://nacaomestica.org/blog4/?p=21647

Em dia de protestos, MST invade fazenda de ministro da Agricultura em MT:

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupou na manhã do dia 25, a fazenda SM2, do grupo Amaggi, empresa do ramo agrícola que pertence à família do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e senador licenciado, Blairo Maggi (PP-MT). A propriedade fica na BR 163, na altura do quilômetro 94, próxima ao terminal de cargas de Rondonópolis, no Mato Grosso.

Segundo nota do MST, Maggi “exerce a função de ministro para garantir as condições necessárias para o desenvolvimento das suas fazendas e do agronegócio”. O texto cita o apoio para autorizar a venda de mais veneno para ser usado na agricultura e a redução das áreas de preservação ambiental, como a Reserva do Jamanxim, no estado do Pará.

Além da área do ministro Maggi, os sem-terra já ocuparam uma propriedade ligada ao ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, e outra área pertencente a João Batista Lima Filho, conhecido como Coronel Lima, assessor e amigo pessoal de Michel Temer, que seria uma espécie de “testa de ferro” do presidente.

http://www.folhamax.com.br/politica/em-dia-de-protestos-mst-invade-fazenda-de-ministro-da-agricultura-em-mt/132861

MST ocupa fazenda no interior de São Paulo

Esta é a sexta vez que o Movimento dos Sem Terra ocupa o terreno da empresa Argeplan, que fica em Duartina, no interior de São Paulo. Um dos proprietários da fazenda é o coronel Lima Filho, ex-assessor do presidente Michel Temer citado na operação Lava-jato.

https://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/106207/mst-ocupa-fazenda-no-interior-de-sao-paulo.htm

 

 

 

Anúncios

Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
Esse post foi publicado em Sem categoria e marcado , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s