Brazilian Supreme Court legalizes invasions of private properties throughout the country.

By suspending the reinstatement order of two rural properties, the president of the Federal Supreme Court (STF), Federal Minister Carmen Lúcia sends a clear and dangerous signal to self-aclaimed indigenous leaderships and the NGOs: In Brazil respect for private property is relative! Invasions promoted on behalf of an ethnic group are free and will not be punished !!

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Claiming “risk to public order and security that would increase the aggravation of land conflicts,” the president of the Federal Supreme Court (STF), Minister Carmen Lúcia, suspended the order to reintegrate possession of rural properties “Fazenda Porta da Magia” and ” Fazenda Aldeia da Lua “, located in the district of Cumuruxatiba, in the Municipality of Prado, in the south of Bahia. At one and the same time, the honorable man succeeded in inverting the values of order of importance, validating the entire historical strategy of attacks on the private property rights guaranteed by the constitution, legitimizing any and all indigenous invasions that may be carried out from now on, Announce to all the international NGOs: Brazil, in fact, is not a serious country and as the laws here always favor “the dispossessed” So, Invade and enjoy!

Well my friends, the season of invasions and attacks on properties in Brazil is open. Militants and revolutionaries, declare yourselves as indians and take your chances right now !!

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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