Movimento Nação Mestiça alerta para projeto racialista de financiar políticos “negros” com dinheiro público.

Senadores defendem financiar políticos negros com dinheiro público.

Neste final de semana, uma publicação do site do Nação Mestiça, o primeiro movimento para o reconhecimento oficial da etnia pardo-mestiça brasileira, procurou alertar para o Projeto de Lei no 160 de 2013, que, conforme enxergam, representa nada mais o desejo  esquerdista em avançar com o projeto etnicizante de divisão do povo em raças para fragilizar e relativizar com o sentimento de unidade identitária e soberania nacional. Projeto do senador João Capiberibe, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), do Amapá, visa a destinar “no mínimo cinco por cento dos recursos do Fundo Partidário para promoção da participação política dos afrodescendentes.” Afrodescendente, destaque-se, no jargão racista antimestiço dos partidos comunistas é sinônimo de “negro”.

Conforme alerta o Nação Mestiça, no mínimo cinco por cento do Fundo Partidário – aquela verba milionária que os contribuintes pagam à oligarquia partidária que escolhe em quem o eleitor brasileiro pode votar – serão destinados a afrodescendentes, se o Projeto de Lei do Senado nº 160, de 2013, do senador João Capiberibe for convertido em lei.

O PLS 160/2013 visa a modificar o artigo 44, inciso VI, da Lei nº9.096, de 19/09/1995, que rege os partidos político. O artigo passaria a vigorar com a seguinte redação:

Art. 44. Os recursos oriundos do Fundo Partidário serão aplicados:

VI – na criação e manutenção de programas de promoção e difusão da participação política dos afrodescendentes, conforme percentual que será fixado pelo órgão nacional de direção partidária, observado o mínimo de cinco por cento do total.

O texto atual estabelece:

IV – na criação e manutenção de instituto ou fundação de pesquisa e de doutrinação e educação política, sendo esta aplicação de, no mínimo, vinte por cento do total recebido.

O Fundo Partidário é um exemplo perfeito e vergonhoso de esbanjamento do dinheiro do contribuinte brasileiro, sendo utilizado até para alimentar as matrizes estrangeiras que comandam partidos globalistas brasileiros “testa de ferro”, como mostra o inciso VI do mesmo artigo:

VI – no pagamento de mensalidades, anuidades e congêneres devidos a organismos partidários internacionais que se destinem ao apoio à pesquisa, ao estudo e à doutrinação política, aos quais seja o partido político regularmente filiado.

Na justifica de seu PL, o senador João Capiberibe defende que negros têm que ter tratamento diferenciado na política e lamenta: “em sete Assembleias Legislativas estaduais não há parlamentares declaradamente negros: Amazonas, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.”

Ver matéria completa em: http://nacaomestica.org/blog4/?p=21681

 

Anúncios

Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
Esse post foi publicado em Cenário Político Nacional, Sem categoria e marcado , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s