CDH vai debater direitos dos povos indígenas

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) vai promover uma audiência pública na terça-feira (8), às 9h30, para debater os direitos dos povos indígenas do Brasil. A reunião atende a requerimento da senadora Regina Sousa (PT-PI), presidente da comissão.

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Para o debate estão convidados o coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Eliseu Lopes, e a presidente da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), Lia Zanotta. O Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) também deve enviar um representante. O coordenador do Grupo de Trabalho sobre Comunidades Indígenas da Defensoria Pública da União, Lucas Cabette Fábio, e o coordenador da 6ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, Luciano Mariz Maia, completam a lista de convidados.

A audiência vai ocorrer no Plenário 6 da Ala Senador Nilo Coelho, de forma interativa, com a possibilidade de participação popular. Perguntas, dúvidas e sugestões poderão ser enviadas por meio do portal e-Cidadania ou pelo Alô Senado (0800 61 2211).

COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR

Participe:
http://bit.ly/audienciainterativa
Portal e-Cidadania:
www.senado.gov.br/ecidadania
Alô Senado (0800-612211)

 

 

http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/08/04/cdh-vai-debater-direitos-dos-povos-indigenas

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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