Coreia do Norte ameaça lançar míssil contra base americana na ilha de Guam, no Pacífico

A Coreia do Norte ameaçou nesta terça-feira (8) realizar um ataque com um míssil de médio alcance contra alvos próximos de bases militares dos EUA em Guam, no oeste do Pacífico. Em nota divulgada pela agência estatal KCNA, Pyongyang afirma que está analisando um plano operacional com um foguete Hwasong-12, testado com sucesso.
Um porta-voz do Exército Popular da Coreia afirmou que o plano de ataque será implementado a qualquer momento, uma vez que o líder Kim Jong-un tome uma decisão. Em outra nota citando um porta-voz militar diferente, a Coreia do Norte também disse que poderia realizar uma operação preventiva se os Estados Unidos mostrassem sinais de provocação.

“A execução deste plano será uma ocasião para que os yankees tenham a primeira experiência com as armas estratégicas da Coreia do Norte”, diz a nota. A ameaça foi feita horas depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, mandar um recado para os norte-coreanos afirmando que “É melhor que a Coreia do Norte não faça mais ameaças aos EUA ou encontrarão fogo e fúria como o mundo nunca viu antes”, diz o comunicado.

Os bombardeiros americanos que monitoram a península coreana partem da base de Anderson na ilha de Guam. “Os bombardeiros nucleares estratégicos de Guam frequentemente sobrevoam os céus da Coreia do Sul em exercícios de guerra e disputa de força em uma tentativa de atacar bases estratégicas da Coreia do Norte. Esta grave situação requer um acompanhamento mais próximo de Guam”, diz a nota, chamando as aeronaves americanas de “piratas dos ares”.

O Hwasong-12, com alcance de 4.000 km, foi o primeiro projétil de médio alcance testado com sucesso.
Nesta terça, o jornal americano “Washington Post” afirmou que a Coreia do Norte conseguiu produzir uma ogiva nuclear pequena o suficiente para ser instalada em um de seus mísseis balísticos, de acordo com um relatório da Agência de Inteligência de Defesa (DIA) dos Estados Unidos. A descoberta foi incluída em uma análise confidencial realizada em julho pela DIA e é revelada pouco depois de as agências de inteligência americanas terem elevado suas estimativas sobre o número de armas nucleares de Pyongyang para 60. “A comunidade de inteligência avalia que a Coreia do Norte produziu armas nucleares para envio mediante mísseis balísticos que incluem a categoria de mísseis intercontinenais”, indica o documento obtido pelo “Post”.
Após a ameaça de Trump, o porta-voz do Pentágono, coronel Chris Logan, declarou que os Estados Unidos buscam livrar a península coreana das armas nucleares de forma pacífica, mas advertiu que a opção militar não está descartada.
“Seguimos preparados para nos defender e a nossos aliados, e para utilizar toda a gama de capacidades a nossa disposição contra a crescente ameaça da Coreia do Norte”.
Washington tem advertido que está preparada para usar força caso seja necessário para impedir os programas balístico e de mísseis da Coreia do Norte, mas disse preferir ação diplomática global, incluindo sanções.
Veja mais em: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2017/08/08/coreia-do-norte-ameaca-lancar-missil-contra-base-americana-na-ilha-de-guam-no-pacifico.htm
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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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