Trump diz que considera opção militar na Venezuela

‘Temos muitas opções para a Venezuela, incluindo uma possível opção militar se for necessário’, diz o presidente americano. Trump vem trocando ameaças com a Coreia do Norte.

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O presidente americano Donald Trump afirmou nesta sexta-feira (11) que considera muitas opções para a Venezuela, incluindo uma opção militar.

“As pessoas estão sofrendo e estão morrendo. Temos muitas opções para a Venezuela, incluindo uma possível opção militar se for necessário”, disse o presidente em seu clube de golfe em Bedminster, onde está de férias. “Estamos em todo o mundo, e temos tropas em todo o mundo, em lugares que são muito longe. A Venezuela não está tão longe”, disse.

A afirmação foi feita após uma reunião com o secretário de Estado, Rex Tillerson; o assessor de Segurança Nacional, H. R. McMaster e a embaixadora americana na ONU, Nikki Haley.

VÍDEO: http://g1.globo.com/globo-news/globo-news-em-pauta/videos/v/donald-trump-afirma-estar-preparado-para-um-possivel-ataque-do-regime-comunista/6073086/

Nesta quinta, em seu primeiro discurso na Assembleia Constituinte, Maduro disse que queria reunir com Trump. O presidente instruiu o ministro de relações exteriores a abordar os EUA sobre uma conversa telefônica ou uma reunião com o americano.

Maduro, que antes já tinha dito para Trump “tirar suas mãos sujas” da Venezuela, afirmou no discurso que quer uma forte relação com os Estados Unidos, como a que tem a com a Rússia. “Senhor Donald Trump, aqui está a minha mão”, disse.

Trump vem ameaçando a Coreia do Norte nos últimos dias após o país asiático detalhar seu plano de atacar a ilha de Guam, território americano. Nesta sexta, o presidente afirmou: “As soluções militares estão agora totalmente instaladas, guardadas e carregadas, se a Coreia do Norte atuar imprudentemente. Espero que Kim Jong Un encontre outro caminho!”, afirmou no Twitter.

Na terça-feira, Trump declarou: “É melhor que a Coreia do Norte não faça mais ameaças aos Estados Unidos. Enfrentarão fogo e fúria como o mundo nunca viu”.

No dia seguinte, ao detalhar seu plano para atacar Guam, o general norte-coreano Kim Rak Gyom afirmou que a declaração do presidente americano era “um monte de bobagem”. “Parece que ele não entendeu o recado. Diálogo saudável não é possível com um sujeito tão desprovido de razão e apenas força absoluta pode funcionar sobre ele”, disse o general.

A Coreia do Norte contra-atacou afirmando que os EUA irão sofrer uma derrota vergonhosa e uma condenação final” caso “persistam em suas aventuras militares, sanções e pressões extremas”.

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Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: (061) 99314389, (062) 96514602 Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, goiano, residente em Anápolis e Brasília, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursou e concluiu graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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