Fraude étnica criada por ONGs em Santarém expõe Comissão Interamericana de Direitos Humanos à situação vexatória.

Esquema falido e contestado de manipulação identitária promovida pela CPT, CIMI e outras ONGs ambientalistas da esquerda santarena expõe ao vexame a Comissão Interamericana de Direitos Humanos que, enganada, visita comunidade mestiça tapajônica brasileira como se fosse “grupo indígena Munduruku do Planalto“, ou de como mentiras com pernas mais longas podem afetar e manchar a imagem das pessoas e das bandeiras mais nobres e honradas. Eu tentei avisar, mas não consegui chegar à tempo!!

WhatsApp Image 2018-11-08 at 7.51.05 PM

 

Ao contrário dos relatos infundados de “ameças e intimidações” à CIDH as imagens e os fatos revelam que o antropólogo Edward Luz, representante de comunitários e proprietários locais ameaçados pela estratégia e segregação etnoracial, só queria participar de reunião na comunidade não-indígena do Açaizal. Por isto, procurou e dirigiu-se ao Comissário Francisco José E. Praeli solicitando de forma pacifica e cordial a participação da reunião com comunitários não-indígenas na comunidade não-indígena de Açaizal.

 

Fazia já três dias que eu vinha tentando de todas as formas entrar em contato com a respeitável equipe da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) para tentar poupar o senhor o Comissário da CIDH, honrado senhor Franciso José U. Praeli de um desnecessário vexame internacional informando-o previamente do esquema de manipulação identitária, responsável pela fraude étnica que as CPT, o CIMI e as ONGs da esquerda socioambiental vêm promovendo no Planalto Santareno. A dificuldade se deve basicamente porque há uma predileção especial para com as ONGs e movimentos étnicos segregacionistas que monopolizam a agenda da comitiva, eu infelizmente não consegui contato prévio com a comitiva, sempre bem-vinda da CIDH ao nosso país.

Por causa desta impossibilidade de comunicação com a CIDH, eu tive que ir hoje, dia 08 de novembro de 2018 à comunidade não-indígena do Açaizal para tentar me encontrar com o Sr. Francisco José Praeli e com a sua comitiva e lá, como rezam os princípios democráticos, tentar de alguma forma participar desta importante reunião para ouvir, aprender e também poder falar algumas poucas mas importantes verdades sobre a região. Infelizmente, nossa presença na comunidade provocou reações hostis à nossa presença, já que o ambiente estava repleto de ongueiros, militantes e indivíduos promotores da prática segregação etnoracial de natureza étnica.

Uma verdadeira lástima já que acredito e esperava muito na possibilidade de que a informação bem fundamentada e o  diálogo aberto democrático pudesse esclarecer .

Como já era esperado, a desesperada reação da militância indigenista etnicizante agora  tentar nos difamar tentando colar a narrativa de temos tentado “intimidar e ameaçar” a CIDH durante uma visita à comunidade de Açaizal, mas imagens e os fatos revelam que o antropólogo Edward Luz, atuando com representante de comunitários e proprietários locais ameaçados pela estratégia de, só queria participar de reunião na comunidade não-indígena do Açaizal. Por isto, procurou e dirigiu-se ao Comissário Francisco José E. Praeli solicitando de forma pacifica e cordial a participação da reunião com comunitários não-indígenas na comunidade não-indígena de Açaizal.

A verdade é que a Comissão Pastoral da Terra (CPT) uma das principais responsáveis pela fraude étnica  no Planalto Santareno, veio com a narrativa esdrúxula e estapafúrdia, que tentava atribuir à  dizer que “produtores de soja da região tentaram impedir a realização da reunião” com os comunitários de Açaizal que se declaram “indígenas”.  Numa narrativa cheia de contradições o texto da CPT “A reunião de escuta do povo indígena, antes mesmo de ser iniciada, foi interrompida pela interpelação intimidatória e ameaçadora de representantes dos produtores de soja do Planalto Santareno [região que engloba áreas dos municípios paraenses de Santarém, Belterra e Mojuí dos Campos]”. O desespero da CPT, principal responsável pelo vexame étnico,  é tão grande que a ONG esquerdista tenta pregar o discurso que o nosso grupo “tentou impedir a realização da mesma e expulsar o comissariado da região”, numa mentira deslavada, da qual aliás, a CPT já é familiarizada e está acostumada a propalar, em evidente contradição com os fatos testemunhados por todos ali presentes, inclusive por outras ONGs presentes no momento.

Você percebe que seu trabalho de pesquisa e investigação está no caminho certo e valeu a pena, quando uma pura e simples verdade que está falando (não são indígenas) é tão incômoda que até a sua mera presença e tentativa de participar de uma reunião é vetada aos gritos de “fora antropólogo” por ONGueiros e militantes desesperados com a possibilidade da verdade chega aos ouvidos das autoridades.

Eis um primeiro resumo dos motivos que levaram a esta situação de vexame vivenciada pela CIDH: a frágil mentira identitária, ou seja, o esquema falido e contestado de manipulação identitária promovida por organizações da esquerda católica CPT, CIMI e outras ONGs ambientalistas da esquerda santarena está chegando perto do seu fim, porque sabe que a sociedade santarena despertou e acordou para esta fraude e um novo governo eleito virá com a promessa e acabar com esta farra das ONGs socioambientais. Os ONGueiros estão apavorados sabendo que pouco tempo resta para o desmascaramento público e final de sua fraudulenta reengenharia social etnicizante.

Ass. Edward M. Luz. Antropólogo Social

Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: DF : (061) 981715428, AM: (092) 984288121 PA : (093) 991616840 Email: edwardluz@gmail.com ou edwardluz@hotmail.com Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, viajante pelo Brasil, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursei e concluí graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Prof. MSc. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
Esse post foi publicado em Convenção 169 da OIT, fraude antropológica, Fraudes Étnicas, Lideranças Indígenas, Manipulação Identitária, Sem categoria e marcado , , . Guardar link permanente.

Uma resposta para Fraude étnica criada por ONGs em Santarém expõe Comissão Interamericana de Direitos Humanos à situação vexatória.

  1. Sinaria disse:

    Parabéns Edward Luz, pela coragem de expor tantas injustiças q acontecem na demarcação de terras indígenas… Não suportamos mais ser despejados para da lugar a índios mestiços e tbm para ampliação de reservas… Chega!!! Povo pede socorro!!! Para onde vamos??

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s