Em vexame histórico CIDH promove lamentável episódio de autoritarismo.

Numa das piores performances de toda a sua trajetória histórica a CIDH endossa a condenada estratégia de segregação etnoracial e utiliza pesada força policial para proibir participação de cidadãos brasileiros, comunitários locais e de suas reuniões promovida para fortalecer mobilização e militância política. 

cidh em Açaizal.1

De costas para a história de mestiçagem que formou a sociedade brasileira a endossa estratégia de segregação etnoracial, só tem ouvido para ONGueiros e Militantes e e utiliza pesada força policial para proibir participação de cidadãos e comunitários em reuniões fortalecer seu movimento de segregacionista. 

 

Em sua passagem por Santarém-PA, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos conseguiu a proeza de em um único dia endossar estratégia espúria de segregação etnoracial, utilizar autodeclarado grupo étnico para atacar direitos constitucionais dos demais cidadãos valendo-se para isso de todo o forte aparato policial de Santarém para  proibir que cidadãos santarenos e mestiços adentrassem e Prédios da administração Pública brasileira e ali pudessem exercer seus legítimos direitos de cidadania e informar sobre as perversas estratégicas segregacionistas em trânsito na região.

Eu, Edward M. Luz, cidadão brasileiro, sob forte aparato policial fui proibido por ordens expressas da CIDH de participar de duas de suas reuniões das quais, agora fica muito claro, foram realizadas  para fortalecer a condenável estratégia segregacionista do movimento político das ONGs que pregam a separação  étnica do povo santareno como estratégia de estatização e socialização de propriedades privadas regionais.

A Audiência a parta da tarde, pretendia passar a aparência de ser pública, quando na verdade era somente outro espaço para receber somente a audiência daqueles mesmos militantes que valem-se dos direitos humanos para atacar o direito dos demais humanos direitos.

Ao que parece, até o momento a CIDH não se manifestou sobre os eventos, mas permitiu que outras ONGs irmãs e parceiras de militância, a mídia regional e nacional e até mesmo os órgãos púbicos incorressem em menções caluniosas às iniciativas democráticas de participação de toda esta outra parcela da sociedade regional, representada pelos poucos cidadãos, três ao todo, que tentaram participar destes eventos mas tiveram o seu direito de ouvir e serem ouvidos, tolhidos pela postura autoritária a CIDH.

Trata-se de um evento trágico, provavelmente sem precedentes na história desta respeitável organização de defesa dos direitos humanos. 

Com esta e lamentável postura autoritária a CIDH, comprova que está de costas para o Brasil, de costas para a democracia vibrante que temos aqui e incomodada com o pleno exercício dos direitos democráticos que temos no Brasil.

Sinceramente entristecido. Edward M. Luz. Cidadão brasileiro & santareno.

Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: DF : (061) 981715428, AM: (092) 984288121 PA : (093) 991616840 Email: edwardluz@gmail.com ou edwardluz@hotmail.com Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, viajante pelo Brasil, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursei e concluí graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Prof. MSc. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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