Comparsa das ONGs, Presidente da FUNAI publica portaria criando GT para tentar legitimar fraude etnicizante no Pará.

Há apenas um mês do final do atual governo esquerdista e corrupto de Michel Temer, o aparato ongueiro socioambiental desesperado com a perspectiva de ver fracassado todos os seus esquemas etnicizantes no oeste do Pará, pressiona por novas demarcações.  O atual Presidente da FUNAI, fraco e incapaz de levantar a voz contra as armações e fraudes ongueiras, cede às pressões e publica no DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO Portaria PORTARIA Nº 1.387, DE 24 DE OUTUBRO DE 2018 com o objetivo único de legitimar legitimar fraude etnicizante Munduruku do Planalto no Pará.

Portaria 1387.24.10.2018.jpeg

O mais irônico de tudo é que a Portaria vem a lume, apenas uma semana após rodar Wallace Moreira Bastos, o presidente capacho das ONGs na FUNAI rodar Congresso implorando votos para sua permanência no cargo da presidência da FUNAI no Governo Bolsonaro.  A desfaçatez é tamanha que o emissário das ONGs, em suas andanças pela Esplanada dos Ministérios, jurou obediência e alinhamento com as diretrizes do Governo Bolsonaro, mas uma semana depois, na primeira oportunidade que tinha de mostrar seu pulso firme com as armações ongueiras contra a capacidade produtiva do Brasil,  o ongueiro se prestou a publicar Portaria da FUNAI que cria GT com a árdua missão de encontrar narrativa e discurso que legitime a já denunciada fraude etnicizante promovida pelas ONGs em Santarém-PA.

Revelando completamente o elevado grau de fraqueza e pusilanimidade do atual Presidente, o mesmo sequer teve pulso firme de abrir sua boca e dizer aos servidores que comanda: Há sérios questionamentos, graves denúncias feitas por um certo antropólogo Edward Luz, que podem ser lidas aqui e aqui, além de fortes  indícios, acerca da legitimidade da reivindicação identitiária e territorial do suposto grupo étnico “munduruku do planalto”, portanto, a FUNAI irá investigar e averiguar adequadamente este fato antes de enviar um GT. Bastaria esta postura para revelar uma postura de equilíbrio e bom senso. Ao invés disto, para não desagradar as ONGs, o Presidente da FUNAI preferiu dar continuidade à estratégia etnicizante das ONGs, por mais fracassadas e condenáveis que sejam. Uma vergonha absoluta para o repreensível presidente.

A página da FUNAI informa que Wallace Moreira Bastos, administrador com especialização em mediação, foi nomeado nesta terça (24) para o cargo de Presidente da Fundação Nacional do Índio. O que a página da FUNAI não informa é o quão rápido (em menos de um ano) o presidente da FUNAI, seja por incapacidade pessoal, seja por covardia, seja por claras limitações política ou mesmo cognitivas, tornou-se submisso à vontade e agenda das ONGs indigenistas que atuam e vivem da fabricação de terras indígenas fraudulentas e ilegais e irregulares. Bastos vinha tendo uma incrível carreira pública. Era subsecretário de Assuntos Administrativos do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. Também atuou como membro do Conselho de Administração da Companhia Docas do Maranhão (CODOMAR). Atuou ainda na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), onde foi analista administrativo. Lamentável e espantoso perceber portanto quão rápido um técnico tão qualificado pode queimar seu nome e reputação tornando-se refém de estratégias etnicizantes dão evidentes e fracassadas que não prosperarão no novo governo.

Sinceramente preocupado com os próximos dias do órgão indigenista.

Edward Luz. Antropólogo Social.

 

Sobre edwardluz

Contatos & WhatsApp: DF : (061) 981715428, AM: (092) 984288121 PA : (093) 991616840 Email: edwardluz@gmail.com ou edwardluz@hotmail.com Sou Edward M. Luz antropólogo brasileiro, viajante pelo Brasil, doutorando em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília, mesma universidade onde cursei e concluí graduação e mestrado em Antropologia Social (Lattes : http://lattes.cnpq.br/7968984077434644 ). Iniciei carreira profissional em trabalhos de identificações e delimitações de terras indígenas em 2003 e desde então exerci esta função de Antropólogo Consultor em três ocasiões, sempre contratado pelo convênio FUNAI/PPTAL. Durante os últimos sete anos trabalhei na identificação e demarcação de oito (8) terras indígenas, todas no estado do Amazonas. Sempre trabalhei orientado pelos artigos 231 e 232 do texto Constitucional, obediente à Portaria 14 e atento ao Decreto 1775/96 e acima de tudo, norteado pelos princípios acadêmicos de imparcialidade e cuidado aos quais acrescento sempre bom senso, equilíbrio e por um forte senso ética e responsabilidade com a vida dos meus interlocutores que estudo. A observância de tais princípios me colocou em rota de colisão com alguns antropólogos e sobretudo com a FUNAI, o que culminou com a rejeição de minha postura democrática e de diálogo com as partes envolvidas em demarcações de quilombos e Terras Indígenas. Independente de quem serão meus adversários continuarei batalhando contra e enfrentando esse perigoso processo político de etnicização do Brasil, esforçando-me por promover o diálogo, a postura democrática e as soluções racionais e dialogadas para o crescente conflito étnico no Brasil, mantido e estimulado por ONGs e órgãos que precisam desesperadamente do conflito para manterem e justificarem uma ideologia fracassada, que se espalha por ONGs, pela parte ideologicamente comprometida da universidade brasileira e sobretudo por servidores de importantes e respeitáveis instituições republicanas brasileiras que precisam ser resgatadas do pernicioso processo de aparelhamento político do estado a que foram submetidas. Continuo disposto a trabalhar em soluções republicanas e democráticas par as situações dos conflitos étnicos em todo território nacional. Prof. MSc. Edward Mantoanelli Luz. Antropólogo Consultor da Human Habitat Consultoria LTDA
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3 respostas para Comparsa das ONGs, Presidente da FUNAI publica portaria criando GT para tentar legitimar fraude etnicizante no Pará.

  1. Pingback: Agentes da CPT protagonizam tentativa frustrada de invasão a propriedade na Cachoeira da Cavada- Santarém-PA. | Revelando #SegredosdaTribo

  2. Pingback: Agentes da CPT protagonizam tentativa frustrada de invasão à propriedade na Cachoeira da Cavada, em Santarém - Jornal O Impacto

  3. Leila disse:

    Bem interessante, o GT é constituído na CGID como vc bem sabe. Quem encaminha é a DPT, ou seja, a diretora Azelene Kaingang, que por sinal aparece em foto com Sr Edward recentemente. Opa, briga de cachorro “grande” pela Funai? Pegadinha esperta essa! Ela solta o GT com a justificativa de ação judicial e Edward, antropólogo indignado com as ONGs que um dia o pai jurou vingança, aparece publicizando! Parabéns moço, vcs realmente se superam. Não que esteja defendendo o atual presidente e nem o conheço, já estou fora da Funai, mas olha, quem te conhece que te compre colega

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